quarta-feira, 22 de outubro de 2008

JONATHAN FERREIRA


Jonathan Ferreira nasceu no dia 26 de maio de 1984 na cidade de Arapiraca, AL. Desde muito cedo teve interesse pela musica por seus pais já serem desse ramo. Sempre gostou de ouvir música. Na verdade, sonhava em ser um crítico de música, o que não deu tão certo. Aprendeu a tocar violão quando saiu o projeto, os tribalistas. Sua primeira música foi Velha Infância. Daí em diante passou a compor e estudar música cada vez mais. Entrou no coral Villa-Lobos em Arapiraca e lá aprendeu praticamente tudo de técnica. No Villa Lobos, conheceu seus maiores amigos e parceiros, como Wherla, com quem dividiu o palco na banda Angel’s Rebel, banda atualmente inexistente.
A banda Angel’s Rebel era formada por duas irmãs, a Dinnah (guitarrista) e a Jane (baixista) com a proposta de ser uma banda feminina. Quando Jonathan entrou na banda já havia um homem no meio, o Valdo (baterista). A principio ele era backing vocal. Posteriormente ele assumiu também a guitarra base. Assumiu a posição de guitarrista até a entrada de uma guitarrista, a Ramona. Quando Sharlinne assumiu a bateria ele saiu da banda. Segundo Jonathan, ele era meio que um estepe na banda, pois a idéia do projeto era mais vibrante nas meninas, além dele não gostar de fazer covers. Outra banda que Jonathan participou foi a Anomalia, mas que não era uma coisa muito séria, pois de acordo com ele, era coisa de colégio e só tocou em festas em Arapiraca.
Jonathan se viu como profissional depois que começou a tocar na noite. Primeiro atuou como músico em Arapiraca, depois Maceió, Brasília, Sergipe e uma parte da Bahia. De acordo com o nosso artista, “A noite te faz amadurecer muito, mas deixa você sempre as sombras porque você sempre está reproduzindo os sentimentos e as idéias de terceiros. Você defende a verdade alheia e as vezes toca coisas que não têm nada haver com o que você é. Por isso, evito ao máximo tocar na noite. Prefiro tocar o meu som”.
Jonathan já conquistou alguns prêmios. Um deles foi o FESTA 2005, festival promovido pela Candeeiro Aceso e pelo SESC AL em Arapiraca. Nesse festival, nosso artista concorreu com um grupo de musica regional com uma temática similar a da Barca do Sol. Todos os integrantes eram do Coral Villa-Lobos, inclusive a regente, Simone Bastos. O FESTA premiava os dez primeiros colocados com a gravação de um CD (que nunca saiu) e a banda que Jonathan participava conseguiu essa colocação. A formação da banda era: Jonathan no violão e no vocal, Wherla na guitarra e também no vocal, Israel, Égide e Lígia faziam os vocais e tocavam percussão, Simone no vocal e no teclado e Rogério na bateria e na percussão. As músicas da banda falavam da realidade do sertanejo e das fantasias existentes do nosso folclore. Em 2007 participou do Sescanção 2007 no qual ganhou um troféu com a música “Na Br” (composição discutida na coluna de Vina Torto no Cinform Online).
Nosso artista se prepara pra fazer o cd Inédita, que é um projeto que nosso artista já traz há uns três anos, mas só agora sente que tem um repertório certo para realizá-lo. Em outubro Jonathan entra em estúdio com a banda para registrar tudo em som, e segundo ele, “partir pra um degrau novo na minha vida musical”.
Com relação às suas influências musicais, nosso artista nos elenca uma série de artistas que o inspiram em sua produção musical. Dentre eles estão: Marisa Monte, Vanessa da Mata, Air, Coldplay, Amy Winehouse, Chritina Aguilera, Tom Jobim, Chico Buarque, BEP, Camille, Devandra Benrhart , Caetano, Gil, Bethânia, Baby, Gal, Os novos Baianos, Ray Charles, Jeff Buckley, Radiohead.
No que diz respeito ao cenário musical sergipano, nosso compositor acredita que comparado a outros lugares que ele já viveu, em Sergipe existe uma abertura muito maior para a música. Jonathan percebe um respeito pelo seu gosto musical, pela sua forma de fazer música. De acordo com ele, geralmente as pessoas rotulam e são preconceituosas em relação a estilos musicais. Segundo Jonathan, “ aqui eu tenho uma abertura e publico para as músicas que eu escrevo, desde as que são simples em harmonia e letra às que tem harmonias mais ricas e poesias de textos com linguagem mais rebuscada. Claro que em se tratando de musica popular brasileira, ainda há uma longa jornada, e isso é em âmbito nacional.
Quem tiver interesse em entrar em contato com nosso artista, é só acessar o orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=20204838, pela agência:: jgturismo@hotmail.com ou pelo cel: (79) 3631-5449 (Genilson), ou ainda pelo celular: (079) 9981 9357.

domingo, 18 de maio de 2008

RAQUEL LEITE


Raquel Leite, filha de Agripino Rodrigues Goveia e Maria Rodrigues Gouveia, nasceu na cidade de Porto da folha-Se na antiga rua dos negros. Aos 2 anos e meio mudou-se para a cidade de Aracaju com seus pais e 7 irmãos onde posteriormente nasceu mais um, completando oito irmãos. Aos cinco anos de idade teve a iniciativa de se inscrever em um programa de calouros que existia no antigo cinema de Porto da Folha sem avisar para ninguém da família, a não ser para a sua prima Robenilva. Muito tímida, não teve a coragem de enfrentar o público e terminou se escondendo atrás de uma pilastra. A partir daí, começou a pedir para sua mãe que a matriculasse no coral mirim da Igreja São Judas Tadeu, na cidade de Aracaju, para cantar juntamente com suas irmãs Maria do Carmo e Maria de Lourdes, com o então regente Ary. Sua mãe prometeu inscrevê-la somente quando ela aprendesse a ler. Devido ao seu desejo de cantar, estudou o suficiente e foi aprovada em 1º lugar da classe na Escola Municipal Rolemberg Leite. Ao ser aprovada, chegou para sua mãe e pediu para que esta a matriculasse no coral. Desse momento em diante começou a cantar no coral como soprano. Dias depois foi convidada pela irmã Cordélia para fazer solo com a cantora Ângela Costa com a qual permaneceu toda sua infância e juventude. Raquel Leite era acompanhada pela banda da Igreja com os músicos: Erivaldo, Hélcio, Luiz e Eliatan, sob a coordenação de frei Eugênio que passou a ser não só um amigo, como também um amigo/pai até os dias de hoje.
Com 10 anos de idade, pediu a sua mãe para inscrevê-la no programa de Luiz Trindade no canal 4. Chegando no programa, Luiz Trindade disse que ela não seria caloura pois já havia escutado sua voz. A partir daquele momento Raquel Leite seria uma convidada especial do programa. Isto não a agradou, pois o seu sonho era ser caloura, sua vontade era competir com outros, e além do mais, precisava também de dinheiro para cobrir a suas despesas. Ainda com seus 10 anos de idade, Raquel Leite já se encontrava contratada pela TV Atalaia após vencer o concurso do programa de Reinaldo Moura obtendo nota 10 de todos os jurados (Barrinhos, Bombinha, Robson Turismo e Hugo Costa). Após o término do programa, foi convidada por Nazaré Carvalho para fazer parte dos cantores da terra no seu programa “Tia Nazaré”, programa de grande audiência. No “Tia Nazaré”, Raquel Leite ficou sendo a madrinha do programa. Além de todos esses programas, fez parte também do programa de Hilton Lopes, como também do programa da “Paradinha do Chicão”.
Aos 11 anos, já cursando a 5ª série, estudou no Colégio Municipal Presidente Vargas onde ganhou uma bolsa da pianista Amélia para estudar música na escola Filarmônica de Sergipe, com o professor e maestro Leozírio Guimarães, além de uma bolsa para estudar inglês no Instituto Canadá. Posteriormente, opta por estudar inglês ao invés da música (piano) por não conciliar os horários de estudo, como também devido à sua condição financeira. Aos 17 anos, de 1981 à 1888 cantou na noite fazendo seresta com o regional “R Som 5”, grupo conduzido pelo músico e seresteiro Celso Rezende (violonista) com o acompanhamento de Zé do cavaquinho, Joãozinho (pandeiro e maracá) e Paulo (atabaque). Mantendo aos sábados um contrato fixo no Hotel Beira mar, além de clubes como Iate Clube, Cotinguiba, associação Atlética de SE e fora do estado.
Nesse tempo de trajetória artística, Raquel Leite conquistou outras séries de vitórias como a do Programa do “Chacrinha” em 14 de agosto de1982, no Rio de Janeiro, vencendo por duas vezes no mesmo dia em 1º lugar. A primeira vitória foi conquistada no próprio programa e a outra no Canecão após convite da equipe de produção do Abelardo Barbosa “Chacrinha”. Além de todas essas conquistas, acreditem: Raquel Leite cantou em mais de 3.000 casamentos e 6.000 missas aproximadamente entre os estados de Sergipe, Bahia e Alagoas! E a nossa querida artista não para por ai: vem apresentando seu trabalho em todas as feiras do Sebrae/SE, fazendo muito sucesso com a sua banda, contando com os componentes: Orlandinho ( guitarra), Júnior ( teclado), Prego (bateria) e César (contra-baixo). No ano de 2007 defendeu no SESCANÇÃO a música “Barvigulina” de Vina Torto (ver a biografia de Vina Torto no blog) e Guga, acompanhada pelo violão de Orlandinho, sendo aplaudida com entusiasmo pelo público que ali se encontrava. Atualmente em seus shows é acompanhada por instrumentos como teclado, violino, trumpet e sax, violão, contrabaixo com os músicos Wolney Mont´santo, Dudu, Carlinhos, Prof Valdir, Tereza Cristina, Maria Olívia, Júnior entre outros. Ao completar 35 anos de música em Sergipe em outubro/2008, Raquel Leite está com o projeto de gravar o seu primeiro CD e busca parceiros como compositores, músicos e empresários que queiram fazer parte deste sonho.
O estilo de Raquel Leite é ligado tanto ao gospel como a uma MPB voltada mais para o romantismo. De acordo com ela, essa tendência para a linha romântica se deve à influência do seu pai e da sua mãe que sempre cantavam muito em casa nas horas vagas. Sua referência musical se encontra em cantores como Antônio Marcos, Clara, Perla e Lílian.
Nossa artista sempre foi convidada para cantar em bandas da cidade, tendo sempre agradecido ao convite, mas tendo sempre preferido estudar para ter garantido mais uma profissão, pois achava que a música, que sempre foi a sua paixão, não lhe daria uma base mais sólida. Raquel pensava que provavelmente não viveria da música por toda vida, como, aliás, não continua vivendo, não tendo ainda o reconhecimento e a valorização na sua cidade. A cantora Raquel Leite preferiu continuar estudando e cantando em missas, casamentos e recepções, acompanhada primeiramente pela pianista Nair Porto, por Paulinho (Padre Paulo), Edson (Dida) Wolney, Prof Valdir e pela Profª Maria Olívia.
O leitor que tiver interesse em entrar em contato com a nossa artista, é só ligar para o número 9981 -7827/ 3255-3471 ou pelo e-mail: raquel.leite@oi.com.br

domingo, 6 de abril de 2008

DEILSON PESSOA


Deilson Pessoa nasceu em Cubatão/São Paulo em 12 de Agosto de 1970. Veio pra Sergipe aos 8 anos com sua família que tinha saído de Sergipe para São Paulo. Nosso artista se considera Sergipano. Quando criança, Deilson Pessoa brincava de tocar percussão em panelas, pianos imaginários e violões feitos de pau e lata de goiabada. Durante a infância e a adolescência teve contato com o sertão sergipano através de viagens que seu pai fazia como mestre-de-obras, além de gostar de levar a família durante as férias escolares, fazendo com que Deilson convivesse com o artesanato e alguns costumes do interior. Na sua família sempre houve uma grande influência com a musica, uma vez que seu pai ouvia aos domingos Nelson Gonçalves e Luís Gonzaga, sua mãe sempre trazia vinis de samba e forró que estavam em promoção na Rua Santa Rosa, seus irmãos mais velhos, Nilson e Edílson, iam trazendo as novidades em lançamentos e também o que não chegava pelo rádio. Assim, de mpb a rock, passando por música instrumental, Deilson foi agregando um repertório vasto compartilhado por todos. Aos 16 anos começou a tirar uns acordes no violão e passou a cifrar algumas canções que já compunha antes mesmo de tocar. Aos 17, ingressou no exército para o serviço obrigatório e interrompeu seus estudos ainda no início do segundo grau. Montou uma banda com amigos chamada “Bonança”que era integrada Por Deilson no vocal e na guitarra base, “Nem” na bateria, “Fábio Gordo” na guitarra solo, e “Anderson” no baixo. O primeiro local onde tocaram foi numa festinha pra pacientes na Clínica Psiquiátrica São Marcelo. Tocaram depois num evento da CUT e no Submarino Amarelo, antigo bar underground de Aracaju com o repertório de autoria de Deilson na linha do rock nacional da época. Um ano depois saem “Fábio” e “Anderson”, entra “Bira” no baixo e o trio passou a se chamar `Verve´, mas infelizmente não durou mais que alguns ensaios. “Nem”, o baterista, ficou sendo um grande parceiro musical como pandeirista, dando apoio para muitas composições. Após isso, Deilson passou um período de cinco anos no exército como Sargento. A música, tornou-se algo esporádico, sendo tocada de vez em quando só por diversão com “Nem” e “Franklin”. Ao sair do exército, montou uma fábrica de telas de arames confeccionadas a partir de máquinas que ele mesmo desenvolvia. Nessa época Deilson pegava no violão pra compor, produzindo suas músicas em casa onde iam sendo guardadas nas gavetas. Certa vez estimulado pelo lançamento de `Aplausos mudos´ de Alex Sant´Anna (ver a biografia de Alex no blog), resolveu então gravar um CD com suas músicas e apresentar um trabalho solo, entrando no estúdio em junho de 2006.
Deilson participou de alguns festivais, participou de um na cidade de Estância com a música `Refúgio´, e inscreveu várias no Sescanção, festival de música sergipana, sem êxito. Mas no Sescanção de 2007 classificou a música `Maria Augusta (A Véia do Shopping)´. Antes disso classificou no Festival Novo Canto a música `Náufragos´, que não foi pra final, lançou em 2007 o CD `Súbito e-feito´ ( com a música “Maria Augusta” inclusa) com 13 faixas autorais que tem recebido boa aceitação do público. A tiragem foi pequena, mas em 2008 Deilson vai fazer uma tiragem maior. Todas as músicas do `Súbito e-feito´ são autorais, com arranjos de Deilson Pessoa e de “Theo Lins”, produtor e arranjador. “Theo” também tocou teclados, baixo, e fez as programações, “Rômulo Filho” toca bateria, “Saulo Ferreira” as guitarras, e tem o auxílio do pandeiro de “Nem” e da gaita de “Júlio Rêgo” em "Deixa Star", além do cavaquinho de “Aragão” da “Naurêa” em `Cumplicidade´, e do acordeon de “Mestrinho” em `Depois do Fim´. A música `Vertigem´, também do CD, foi classificada no festival de Itanhandu/MG, e tocou em vários estados brasileiros pelo projeto `Conexão Brasil´ promovido pela Aperipê FM junto à APURB. Em 2008 Deilson fará alguns shows divulgando o CD `Súbito e-feito´, e no segundo semestre entra em estúdio pra um novo álbum que já está concebido. Deilson foi premiado com o melhor álbum e melhor voz pelo prêmio Uirapuru 2007 (http://premiouirapuru.blogspot.com/).
Deilson Pessoa segue uma linha pop, mas não mantém um compromisso de estilo. Na verdade nosso artista gosta de criar em cima de qualquer som que lhe agrade. Suas influências são constantes, independente de época, influências essas que vão de cantigas que sua mãe entoava lavando roupas, até a última novidade que um amigo traz pra ele ouvir. Mas há nomes que marcam sua influência como os tropicalistas, principalmente Gilberto Gil e Tom Zé; o côco de Jackson do Pandeiro, o baião de Luís Gonzaga, a Velha Guarda do samba; no rock tem como influência Bo Diddley, Bob Dylan, The Doors, Tom Waits, Led Zeppelin, The Smiths, Dire Straits; já no rock nacional suas influências se encontram em Hojerizah e Picassos Falsos. Além dessas referências, tem Nelson Gonçalves, Chico Buarque, Moska, Zé Ramalho, Lenine. Os experimentalistas também ganham lugar no seu acervo como Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos. Percebe-se que Deilson possui uma vastíssima influência, sem contar a dita música `brega´ com nomes como Antônio Marcos, Odair José, Márcio Grake, Nilton César, Evaldo Braga e Marcelo Reis. “Eu sempre encontrei na música brega muita coisa boa, e também coisa ruim, como em qualquer outro gênero”.
O momento de criação de Deilson não existe um método exato. “Busco sempre a idéia clara do que quero dizer naturalmente, sem forçação de barra, caso contrário se acaba por recorrer a clichês pobres ou apelar pra metáforas de poética duvidosa”. Nosso artista pode fazer uma música num click como se já estivesse pronta pra ir pro papel. Por outro lado, tem material que já tem uns cinco anos sem concluir. “Prefiro me recolher pra compor, porém muita coisa vem quando estou caminhando na rotina do dia.
Suas letras falam de gente e sobre comportamento, imperando o inusitado. “Mesmo quando se trata do óbvio, costumo abordar de maneira própria, explorando outras nuances”. Em geral gosta de escrever pra que a letra possa ser `lida´, encadeando texto, poesia e música, mas sem comprometer a apreciação de cada um destes elementos individualmente. Mas é importante se observar que nesse processo também não há um método. “Às vezes a profundidade do tema perde espaço pra largura das palavras, às vezes é a textura da palavra quem conduz o texto”.
No que diz respeito à condição do artista no cenário musical local, Deilson acredita que o artista sergipano vive uma condição de amador. Para ele há uma soma de fatores que contribuem pra isso como a insolência do artista que não se aprimora (e vice-versa), a falta de política pública atinente à realidade musical, a falta de estrutura decente pra se tocar, a falta de produtores culturais `de verdade´ em Sergipe. “Não adianta fazer e não ter a mínima estrutura pra sustentar. Não vejo um trabalho que não seja verdadeiramente amador aqui em Sergipe, com exceção de alguns raros forrozeiros. Me aponte um projeto que perdure, que não seja a Rua da Cultura, ótimo trabalho, mas que tem ganhado o aspecto de `cala-boca-voces-tem-o-que-precisam´, por parte da Funcaju”.
O leitor que tiver interesse em entrar em contato com Deilson Pessoa, é só acessar o e-mail: deilson_pessoa@hotmail.com.br; no Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=8467040809562904343, telefone: (79) 9994-1250 / (79) 3241-6306; no Myspace se encontra o seu trabalho (www.myspace.com/deilsonpessoa)

domingo, 16 de março de 2008

BRUNO ROCKASSETES


Bruno nasceu em Aracaju-SE, em 22 de Julho de 1983. Seu estimulo com a música veio desde muito cedo. “Meu pai toca violão, mas nunca tentou profissionalmente, gostava de tocar em festas com amigos, minha mãe costumava cantar com ele também”. A família de Bruno sempre foi envolvida com a música, seu avô por exemplo, gostava de cantar e comprava instrumentos para que quando os amigos aparecessem, pudesse fazer um som com eles. A avó de Bruno também tinha envolvimento com a música e tocava piano. Mas Bruno começou de fato a se envolver na música aos 12 anos tendo o seu pai como primeiro professor, posteriormente ingressou no Conservatório de Sergipe estudando guitarra, abandonando os estudos e indo morar em São Paulo. Lá, ele estudou durante seis meses piano e canto.
O nome artístico que Bruno usa é Bruno Mattos, mas de acordo com ele, Bruno Rockassetes fica mais singular. Atualmente integra a banda “Rockassetes”. A “Rockassetes” faz uma espécie de rock retrô mas nosso artista não gosta de definir um estilo por achar que fecha muito as influências do trabalho. Em geral a turma faz suas próprias músicas com a influência de trabalhos da década de 60 e 70, adicionando também elementos contemporâneos dos anos 90 e 2000. A “Rockassetes” começou como Eloqüentes e depois mudou o nome para Rockassetes. Na banda alguns músicos também mudaram. Só para citar alguns guitarristas : Rodrigo de Freitas que hoje em dia cuida da arte gráfica da banda, Rodrigo projetou a capa do disco e alguns matérias extras. Depois veio Allan que hoje cuida do site da banda, em seguida Marcos Moura que chegou a tocar com a banda em Sampa (atual território da banda), Bruno Pi da “Maria Suco de Uva” e por último Rafael Costello já conhecido pela “Plástico Lunar”. Atualmente a formação da “Rockassetes” é Bruno Mattos, Leo Mattos, João Melo e Rafael Costello.
As influências de Bruno foram bandas de rock dos anos 60 e 70 , desde Beatles a Who, tendo uma influência forte de outros seguimentos como a bossa-nova, gênero que ele considera responsável pelo enriquecimento das harmonias das músicas até a composição das letras. Atualmente nosso artista anda ouvindo muito Belle & Sebastian, Novos Baianos, Chico, Caetano, Teenage Fanclub.
As circunstâncias pelas quais ocorre o processo de criação das composições de Bruno acontecem em qualquer hora. Surgem “no ônibus, na faculdade, ou em casa. Mas nem tudo é só inspiração às vezes é trabalho mesmo, tem que se pensar e deixar sentir, a madrugada sempre me ajuda nessas horas!”. Os temas que geralmente são abordados em suas composições dizem respeito à temas políticos, drogas e o amor. Sou uma pessoa muito ligada à paixões, não falo aqui de paixões carnais (essas também, é claro) mas paixões por tudo o que vive; desde uma tristeza a uma felicidade extrema (...)gosto de brincar com metáforas também pra falar de coisas que supostamente não deveria”.
A “Rockasetes” já gravou programas na MTV, no Multishow, participaram de grandes festivais como o MADA (RN), Calango (MT), No Capricho (SP), Demo-Sul (PN), foram indicados como artista revelação no Prêmio Toddy de música Independente, gravaram um clipe no Projeto Verão do ano passado e esse ano vão lançar o primeiro disco e continuar viajando. Em Aracaju levaram a vitória no festival estudantil Novo Canto 2000. Atualmente os caras têm alguns festivais em vista e projetos de clipe até o fim do ano.
Com relação à situação do artista no cenário local, Bruno diz que mesmo morando já a dois anos em Sampa, percebe que infelizmente as coisas não mudaram muito. De acordo com ele o cenário local tem excelentes bandas, porém, falta lugar apropriado para se mostrar o trabalho. “Essas coisas só podem desestimular o artista e acaba não restando outra opção se não sair do estado, ou continuar tocando em poucas ocasiões. Resumindo, banda tem, música tem, falta produtor, falta casa de show específica e falta crença por parte das pessoas que poderiam estar impulsionando isso”.
O leitor pode encontrar o trabalho da “Rockassetes” pela net, o disco por ser independente só se adquire nos shows da banda, além poder baixar o trabalho no My Space, Tramavirtual, sem contar as curiosidades no Fotolog e no site.

Aqui vão alguns sites onde pode se encontrar o trabalho da banda www.rockassetes.mus.br, www.myspace.com/rockassetesrockit
www.fotolog.com/rockassetes_se. Quem quiser entrar em contato direto com Bruno, seu e-mail é:bruno@rockassetes.mus.br

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

NEU FONTES


Irineu Fontes nasceu em Aracaju-SERGIPE em abril de 1960. Ao longo da sua vida estudou em diversos colégios. Neu começou muito cedo com a música ao ouvir seus pais e a sua vó América. Na escola Sagrado Coração de Jesus cantava no coral aos 8 anos. Quando tinha 10 anos de idade foi pro conservatório onde teve o Prof. João Argolo como professor. No Salesiano participou dos primeiros festivais de musica. Mas só se decidiu pela musica em 1980. De lá pra cá sobrevive com ela.
Neu Fontes exerceu muitas funções e cargos ao longo de seu trajeto profissional. Em 1980 foi diretor de Comunicação na COOPERMUSICA; entre 1980/ 1982 foi gerente das Empresas da Família de Representação comercial; no ano de 1983 foi Iluminotécnico e Sonoplasta da Fundação Estadual de Cultura no Teatro Atheneu; em 1984 foi Diretor Artístico e Produtor doCirco Amoras E Amores; já em 1991/1992 trabalhou na Fundação Estadual de Cultura- FUNDESC; coordenador do Festival Novo Canto; Coordenador Geral do Encontro Cultural de Estância, além de criador e Coordenador do Festival Nosso Canto de Musica Junina e do Projeto Gonzagão Forró e Arte. Em 1992 foi Criador e Coordenador artístico do Ponta De Mar – Aracaju Festival; Coordenador do Canta Nordeste na fase regional Sergipe na Rede Globo Nordeste. Em 1995 à 1999 foi diretor do Complexo Cultural Gonzagão; nesse mesmo ano na Secretaria de Estado da Cultura exerceu o cargo de Coordenador dos Festejos Juninos do Estado, como também de Assessor de Eventos e edições fonográficas e Coordenador do Festival Novo Canto. Foi Diretor do Teatro Atheneu, Assessor de Edições Fonográficas na Secretaria de Estado da educação do desporto e Lazer e fundador e proprietário do Estúdio Capitania do Som. Em 2000 foi coordenador Geral do Carnajú e do Forrócaju e diretor técnico da Fundação Cidade de Aracaju- Funcaju. Em 2001 e 2002 foi coordenador de projetos em Sergipe é o país do Forró e do Forró do turista; assumiu o comando do Novo Canto; criador e coordenador do FAMP (Festival aberto de Música Popular); além de ter sido assessor de eventos na Secretaria do Estado da cultura e turismo-SECTUR. Em 2003 foi diretor do Teatro Tobias Barreto, coordenador de produção do Sescanção e coordenador do Festival dos Correios. No ano de 2004 foi coordenador e diretor musical do Sescanção, novamente coordenador do Festival dos Correios, criador e apresentador do programa Nossa Música na Liberdade FM. Em 2005 foi coordenador e diretor musical do Sescanção, apresentador do programa Nossa Música. Em 2006 novamente assumiu o cargo de coordenador e diretor musical do Sescanção, apresentador do programa Nossa Música, criador e coordenador do projeto Faser da arte.
Neu obteve inúmeras conquistas em festivais como o primeiro e o segundo lugar no IV Festival do Colégio Salesiano em 1978, o segundo lugar em 79 no Festival do Salesiano no Ceará, quinto lugar no 1 FSMPB na Globo Local em 81. no ano de 1982 levou o sexto lugar no II FSMPB na Globo local, quinto lugar no I Festival Aberto de Música Popular em 85, foi finalista do Festival FESTLIVRE em 1988, no mesmo ano recebeu a medalha de honra ao m´rito da Petrobrás pelo seu trabalho musical e em 1992 foi finalista do I Canta Nordeste da Rede Globo. Continuando sua história de conquistas, em 93 foi finalista do FEMUC e recebeu o prêmio de melhor cantor do Carnaval em Aracaju, em 1994 conquistou o quarto lugar e o melhor arranjo no I Festival de música Presidente Prudente em SP, sexto lugar no III Canta Nordeste na fase regional. No ano de 95 ganhou o primeiro lugar da fase regional e o sexto lugar na fase final do IV Canta Nordeste, recebeu o prêmio Antena de Ouro como destaque do ano pela pesquisa musical denominada Bacamartada no Rio de Janeiro, além do Prêmio Destaque Cultural concedido pela Fundação Musical de Cultura em Aracaju. Em 1996 foi finalista do FEMUSIC em Maringá no Paraná, ganhou o quarto lugar no II Festival de música Presidente Prudente e foi novamente finalista da fase regional do Festival Canta Nordeste; já no ano de 1998 ganhou o Prêmio Albert da Cultura como compositor do ano e a comenda do governo de Sergipe pela contribuição à cultura sergipana na área da música e o Prêmio Capital de Música pelo espetáculo “Ópera do milho”. Em 2003 recebeu a placa de homenagem do colégio Maria Montessori e em 2005 o certificado do CAM, tendo participado também em 2006 do Prêmio Banese de Música Ismar Barreto.
A discografia de Neu Fontes é vastíssima. Em 1981 sua música “Vôo livre” é elencada no LP do FSMPB, em 1985 lança o “Cajueiro dos papagaios”, em 1987 o “Chinfra de Cinderela” pela FAMA SOM, em 88 lança uma coletânea “Canta Aracaju”. As coletâneas ainda seguem no ano de 89 com “Sabor Lambada” pela Singem e “Massa Baiana” pela Esfinge, além de lançar o trabalho solo no LP “ Rara Beleza” pela Somarj/Polygram. No ano de 1990 participou de mais três coletâneas que foram “ Sabor Lambada II” pela RGE, a “Estação Sedução” e o “Verão na Ilha” pela Nova Ipanema. Em 1991 lançou o “Trilha da lua” pela Casa da música/RCA e em 95 participou da coletânea “Aracaju canta Aracaju”.
Quanto às direções musicais e fonográficas, Neu atuou nos Lp´s “Cajueiro dos papagaios” e “Aracaju pra cantar”. Em 1992 no “Novo Canto 91”, um ano mais tarde no “Sergipe Festivais” da Rede Globo, nos Hinos dos Clubes Sergipanos pelo Governo do Estado, em 1994 no Lp de Adelson Alves e no de Lourival Mendes, em 95 no “Aracaju canta Aracaju”, “Forró e arte” e no “Bando de mulheres”, no ano de 96 no disco Marianos do Bando de Mulheres, “Viagem Cigana”, “Grupo Cataluzes”, no Lp dos Índios Xokós, “Forrozão da rua Siriri” e “Forró e arte”. Em 1997 no “Reisado de Dona Lalinha”, “Avoz e o poema”, Ópera do milho”, “ Novo Canto 97”, “Forró e arte II” e “Cantadores e Violeiros”; em 98 no “Bando de mulheres”, “Iláriô”, “Poemas Tobias Barreto”, “Antologia Santos Sousa” e “Taieira Dona Lourdes”. Em 2000 no “Forró de Pacatuba” e no “Los Graranis”; em 2003 “Reisado do marimbondo” e “Matamba-Raízes das minhas águas”, 2004 o Lp “Impressões Urbanas” de Cláudio Barreto, “Sescanção 2004” e “Prêmio Banese de música”; no ano de 2005 o “Carta Marcada do Tarô”, “Canto da Nossa gente- Folclore de São Cristóvão-Se” e “Sescanção 2005”; já em 2006 produziu o disco “Sescanção 2006” e o “Cd Retratos de Aracaju” de Hugo Costa, “ Cada Vez melhor” de Luiz Paulo e em 2007 o cd “Cantigas de nossa gente- Grupos Folclóricos” e o “Tributo ao rei Luíz” de Rodriguinho.
Suas influencias musicais são Vilas lobos, Ivan Lins, Bob dylan, Alcides Melo, Nery, Valdefrê e João Melo. No que diz respeito á condição do artista no cenário local, Neu encara uma forte criatividade entre os artistas, porém, o universo musical é carente de profissionalismo e de valorização a arte local. “Não falta talento nem criatividade, o que falta na minha opinião é inteligência, organização e aprender a nos conhecer e assim saber se respeitar e respeitar o trabalho de todos. Precisamos urgentemente nos profissionalizar, encarar a carreira artistica e deixar de viajar tanto na maionese”.


Contatos com Neu Fontes: (79) 3221-2116 – 9972-5383

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

IVAN REIS


Ivan Reis é Estanciano mas se considera nascido em Aracaju, pois nasceu na capital e viveu em Estância a vida toda. Ivan sempre gostou de cantar. Esse seu hábito vem desde a infância. As músicas dos filmes e desenhos que assistia na infância o fascinavam. No fim dos 80 e início dos 90, as rádios e programas de TV que tocavam músicas do rock nacional e da MPB, motivavam-no a cantá-las com sua mãe. Sua mãe sempre o incentivou a cantar. Ivan começou a se incentivar a fundo com a música quando aprendeu a tocar violão aos 12 anos por influência de amigos da escola que tocavam há mais tempo. Logo depois se interessou por guitarra e hoje se considera um cantor/compositor que toca guitarra. Na adolescência, participou de inúmeras bandas de rock, mas nenhuma delas vingou. Essas bandas geralmente eram compostas por João Antônio na guitarra, Rodrigo Lima que atualmente toca na "Uma Ruma" e na "Psicodélicos e Psicóticos" na bateria e Allan Villanova no teclado.
De acordo com Ivan, o rock continua muito latente em sua música até hoje. Já participou de nove festivais, nos quais já ganhou prêmio de aclamação popular com a música “A Voz de Deus" e "De Passagem”, levou o 2º lugar com a música “Lobo do Mar”, 3º lugar e Melhor Intérprete com a composição “Um Milhão de Passos” e foi finalista em quase todos eles, exceto pelo Prêmio Banese de Música Ismar Barreto, em 2006. Participou também do FEMUSIC em Maringá no Paraná em 2007, dividindo o palco com pessoas de todo o Brasil. O show mais importante foi o do MPB Petrobrás, que teve grande repercussão em Sergipe. Depois desse show fez uma entrevista no Jornal de Sergipe com direito a ter uma matéria especial para ele, entre outras entrevistas em outros canais televisivos. Atualmente tocam com Ivan Rafael Jr na bateria, Robson Souza no baixo, além de Plínio que assume o teclado e que acaba de integrar a banda. Ivan tem como planos gravar seu primeiro disco. Após isso, espera movimentar mais a agenda e fazer mais shows com banda, pois o formato no qual geralmente faz shows é mais voz e violão. Sem contar que pretende buscar fazer shows fora de Sergipe para ampliar seus horizontes.
Ivan Reis não tem um gênero específico para o seu trabalho. “Ouvindo minha música, você vai perceber traços explícitos de rock, funk, blues, música negra em geral, além de música brasileira”. As suas principais influências musicais são: “Djavan”, “Cássia Eller”, “Lulu Santos”, “Herbert Vianna”, “Lenine”, “João Bosco” como cantor/compositor, “Eric Clapton”, “Warren Haynes”, “Stevie Ray Vaughan”, “Slash”, “Jimi Hendrix”. As circunstâncias que ocorrem no seu processo de criação acontecem sob diversas formas. “Às vezes parte de uma idéia que surge do nada. Um trecho de letra, uma frase melódica, até de um groove apenas. Assim como ocorre de vez em quando de sentar e dizer: "Vou fazer uma música". Ultimamente eu tenho feito muito isso: não esperar por inspiração. Encarar a música de forma mais prática e racional”. Os temas que geralmente são abordados em suas letras procuram falar de temas incomuns na música, e quando não são assim tão incomuns, são com formas mais peculiares possíveis, preocupando-se sempre em não torná-las subjetivas demais, pois de acordo com nosso artista, perde a graça. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Ivan percebe uma melhora, mas admite que ainda há um público limitado com predisposições a recepcionarem os trabalhos locais “Hoje em dia, a galera tem uma postura legal em relação aos artistas daqui. Mas ainda é uma coisa muito seleta. É um público super simpático e interessado mesmo, só que pequeno. Ficar em Sergipe fazendo música é um sonho. A gente nunca consegue ser, por exemplo, a atração principal de um evento de proporção maior com grandes públicos. Há uma razão para que o 'grande público' se interesse sempre mais pelo que vem de fora. Quando eu descobrir eu conto pra todo mundo”.
O leitor que se interessou pelo trabalho de Ivan Reis terá que ter um pouco de paciência, pois por enquanto só fez shows ao vivo. “Já, já sai o disco e todo mundo vai poder comprar. Já estou pensando num site também que entrará no ar junto com o lançamento do CD”.
Quem tiver interesse em entrar em contato com Ivan reis por celular: (079) 9996-0619
Por e-mail: zitoreis@gmail.co

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

CARLOS CARDOSO


Carlos Francisco Pereira Cardoso nasceu em Santos / SP, em julho de 1974. Atualmente é engenheiro civil formado pela Universidade Federal de Sergipe – UFS, com especializações nas áreas de Engenharia de Custos e Gestão da Construção Civil. Trabalha na J. Nunes Construções em Aracaju na área de orçamentos, custos e planejamento de obras civis. Carlos desde pequeno gostou muito de música. Quando ainda criança nos primeiros anos da década de 80, seu primeiro contato com música foi aproveitando o eclético e bom gosto de seu pai através dos bons e velhos lp’s de bandas como “Moraes Moreira”, “Trio Elétrico Dodô e Osmar”, “Elton John”, “Beatles”, “ABBA”, “Queen”, “Deep Purple”, “Santana”, “Alice Cooper”, “Kiss”, entre outros. Aos 8 anos já ensaiava os primeiros toques em um velho violão. Nessa época passava horas a fio em frente ao televisor apreciando as imagens e sons de vídeos clipes musicais “imitando” os guitarristas com o velho violão empunhado em mãos. Na segunda metade dos anos oitenta já tomava aulas particulares de violão e guitarra e passou a ter efetivamente contato com a compra de lp’s e cd’s de suas bandas favoritas que a esta altura eram encabeçadas por “Metallica”, “Iron Maiden”, “Megadeth”, entre outras. Mas foi em 1988, em uma saída despretensiosa de casa a fim de trocar um LP numa loja especializada de Santos, que o jovem aspirante à guitarrista escutou pela primeira vez “Yngwie Malmsteen” através de um cd japonês que o dono da loja de discos mostrava orgulhosamente aos seus clientes como fruto de uma recente viagem à terra do sol nascente: “Quando pisei na loja, aquele som foi simplesmente maravilhoso e hipnótico, nunca mais senti algo parecido dentro do universo da música...”. A música em questão era “Black Star”, um instrumental que na época já era consagrada como uma das célebres composições do guitarrista Sueco. Desde então a guitarra fez efetivamente parte de sua vida. Depois de passar por pequenas bandas e algumas “aventurais musicais”, entra ao final dos anos 90 para “Tchandala”, um dos ícones do bom metal sergipano onde está desde então. A “Tchandala”que é composta por Dejair Bonjamim (ver a biografia de Dejair Bonjamim no blog) no vocal, Carlos Cardoso na guitarra, Sandro Souza toca no baixo, André Moreira na bateria e James Freitas no teclado (Ver a biografia de James Freitas no blog). Segundo nosso artista, a "Tchandala" “é uma banda que traz muita alegria pra gente e reconhecimento. É um grande prazer estar nela.”. Na “Tchandala” Carlos contribuiu com os últimos hits de sucesso, ajudando a imprimir um estilo intitulado por alguns como “Old Metal”, que seria uma alusão à forte influência dos músicos da banda em grandes sucessos do rock dos anos 80. Apesar da música ter de ser tratada como uma espécie de hobby em sua vida, nunca deixou de ser lavada à sério: “Apesar de não poder ficar 24 horas com a guitarra em mãos, sempre procuro me aperfeiçoar e manter contato diariamente com a música e com a guitarra, minha paixão incondicional. Tocarei até o fim de minha vida. Hoje sei que já tenho o melhor equipamento que o dinheiro pode comprar e mesmo assim continuarei buscando sempre melhorar mais e mais, além é claro, de continuar levando minha contribuição à grande Tchandala”. Quanto ao cenário sergipano diz: “Bem, tocar heavy metal no Brasil e ganhar a vida financeiramente com isso já é difícil. Em Sergipe isso se torna algo em torno do impossível, mas o prazer e a paixão pela música estão muito além dessa dificuldade. Prefiro não pensar na música como condição de sobrevivência, e sim de qualidade de vida.”.

Contatos para Carlos Cardoso são: celular (79) 9971 7625; e-mail: eng.carlos.francisco@gmail.com