quarta-feira, 22 de outubro de 2008

JONATHAN FERREIRA


Jonathan Ferreira nasceu no dia 26 de maio de 1984 na cidade de Arapiraca, AL. Desde muito cedo teve interesse pela musica por seus pais já serem desse ramo. Sempre gostou de ouvir música. Na verdade, sonhava em ser um crítico de música, o que não deu tão certo. Aprendeu a tocar violão quando saiu o projeto, os tribalistas. Sua primeira música foi Velha Infância. Daí em diante passou a compor e estudar música cada vez mais. Entrou no coral Villa-Lobos em Arapiraca e lá aprendeu praticamente tudo de técnica. No Villa Lobos, conheceu seus maiores amigos e parceiros, como Wherla, com quem dividiu o palco na banda Angel’s Rebel, banda atualmente inexistente.
A banda Angel’s Rebel era formada por duas irmãs, a Dinnah (guitarrista) e a Jane (baixista) com a proposta de ser uma banda feminina. Quando Jonathan entrou na banda já havia um homem no meio, o Valdo (baterista). A principio ele era backing vocal. Posteriormente ele assumiu também a guitarra base. Assumiu a posição de guitarrista até a entrada de uma guitarrista, a Ramona. Quando Sharlinne assumiu a bateria ele saiu da banda. Segundo Jonathan, ele era meio que um estepe na banda, pois a idéia do projeto era mais vibrante nas meninas, além dele não gostar de fazer covers. Outra banda que Jonathan participou foi a Anomalia, mas que não era uma coisa muito séria, pois de acordo com ele, era coisa de colégio e só tocou em festas em Arapiraca.
Jonathan se viu como profissional depois que começou a tocar na noite. Primeiro atuou como músico em Arapiraca, depois Maceió, Brasília, Sergipe e uma parte da Bahia. De acordo com o nosso artista, “A noite te faz amadurecer muito, mas deixa você sempre as sombras porque você sempre está reproduzindo os sentimentos e as idéias de terceiros. Você defende a verdade alheia e as vezes toca coisas que não têm nada haver com o que você é. Por isso, evito ao máximo tocar na noite. Prefiro tocar o meu som”.
Jonathan já conquistou alguns prêmios. Um deles foi o FESTA 2005, festival promovido pela Candeeiro Aceso e pelo SESC AL em Arapiraca. Nesse festival, nosso artista concorreu com um grupo de musica regional com uma temática similar a da Barca do Sol. Todos os integrantes eram do Coral Villa-Lobos, inclusive a regente, Simone Bastos. O FESTA premiava os dez primeiros colocados com a gravação de um CD (que nunca saiu) e a banda que Jonathan participava conseguiu essa colocação. A formação da banda era: Jonathan no violão e no vocal, Wherla na guitarra e também no vocal, Israel, Égide e Lígia faziam os vocais e tocavam percussão, Simone no vocal e no teclado e Rogério na bateria e na percussão. As músicas da banda falavam da realidade do sertanejo e das fantasias existentes do nosso folclore. Em 2007 participou do Sescanção 2007 no qual ganhou um troféu com a música “Na Br” (composição discutida na coluna de Vina Torto no Cinform Online).
Nosso artista se prepara pra fazer o cd Inédita, que é um projeto que nosso artista já traz há uns três anos, mas só agora sente que tem um repertório certo para realizá-lo. Em outubro Jonathan entra em estúdio com a banda para registrar tudo em som, e segundo ele, “partir pra um degrau novo na minha vida musical”.
Com relação às suas influências musicais, nosso artista nos elenca uma série de artistas que o inspiram em sua produção musical. Dentre eles estão: Marisa Monte, Vanessa da Mata, Air, Coldplay, Amy Winehouse, Chritina Aguilera, Tom Jobim, Chico Buarque, BEP, Camille, Devandra Benrhart , Caetano, Gil, Bethânia, Baby, Gal, Os novos Baianos, Ray Charles, Jeff Buckley, Radiohead.
No que diz respeito ao cenário musical sergipano, nosso compositor acredita que comparado a outros lugares que ele já viveu, em Sergipe existe uma abertura muito maior para a música. Jonathan percebe um respeito pelo seu gosto musical, pela sua forma de fazer música. De acordo com ele, geralmente as pessoas rotulam e são preconceituosas em relação a estilos musicais. Segundo Jonathan, “ aqui eu tenho uma abertura e publico para as músicas que eu escrevo, desde as que são simples em harmonia e letra às que tem harmonias mais ricas e poesias de textos com linguagem mais rebuscada. Claro que em se tratando de musica popular brasileira, ainda há uma longa jornada, e isso é em âmbito nacional.
Quem tiver interesse em entrar em contato com nosso artista, é só acessar o orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=20204838, pela agência:: jgturismo@hotmail.com ou pelo cel: (79) 3631-5449 (Genilson), ou ainda pelo celular: (079) 9981 9357.

domingo, 18 de maio de 2008

RAQUEL LEITE


Raquel Leite, filha de Agripino Rodrigues Goveia e Maria Rodrigues Gouveia, nasceu na cidade de Porto da folha-Se na antiga rua dos negros. Aos 2 anos e meio mudou-se para a cidade de Aracaju com seus pais e 7 irmãos onde posteriormente nasceu mais um, completando oito irmãos. Aos cinco anos de idade teve a iniciativa de se inscrever em um programa de calouros que existia no antigo cinema de Porto da Folha sem avisar para ninguém da família, a não ser para a sua prima Robenilva. Muito tímida, não teve a coragem de enfrentar o público e terminou se escondendo atrás de uma pilastra. A partir daí, começou a pedir para sua mãe que a matriculasse no coral mirim da Igreja São Judas Tadeu, na cidade de Aracaju, para cantar juntamente com suas irmãs Maria do Carmo e Maria de Lourdes, com o então regente Ary. Sua mãe prometeu inscrevê-la somente quando ela aprendesse a ler. Devido ao seu desejo de cantar, estudou o suficiente e foi aprovada em 1º lugar da classe na Escola Municipal Rolemberg Leite. Ao ser aprovada, chegou para sua mãe e pediu para que esta a matriculasse no coral. Desse momento em diante começou a cantar no coral como soprano. Dias depois foi convidada pela irmã Cordélia para fazer solo com a cantora Ângela Costa com a qual permaneceu toda sua infância e juventude. Raquel Leite era acompanhada pela banda da Igreja com os músicos: Erivaldo, Hélcio, Luiz e Eliatan, sob a coordenação de frei Eugênio que passou a ser não só um amigo, como também um amigo/pai até os dias de hoje.
Com 10 anos de idade, pediu a sua mãe para inscrevê-la no programa de Luiz Trindade no canal 4. Chegando no programa, Luiz Trindade disse que ela não seria caloura pois já havia escutado sua voz. A partir daquele momento Raquel Leite seria uma convidada especial do programa. Isto não a agradou, pois o seu sonho era ser caloura, sua vontade era competir com outros, e além do mais, precisava também de dinheiro para cobrir a suas despesas. Ainda com seus 10 anos de idade, Raquel Leite já se encontrava contratada pela TV Atalaia após vencer o concurso do programa de Reinaldo Moura obtendo nota 10 de todos os jurados (Barrinhos, Bombinha, Robson Turismo e Hugo Costa). Após o término do programa, foi convidada por Nazaré Carvalho para fazer parte dos cantores da terra no seu programa “Tia Nazaré”, programa de grande audiência. No “Tia Nazaré”, Raquel Leite ficou sendo a madrinha do programa. Além de todos esses programas, fez parte também do programa de Hilton Lopes, como também do programa da “Paradinha do Chicão”.
Aos 11 anos, já cursando a 5ª série, estudou no Colégio Municipal Presidente Vargas onde ganhou uma bolsa da pianista Amélia para estudar música na escola Filarmônica de Sergipe, com o professor e maestro Leozírio Guimarães, além de uma bolsa para estudar inglês no Instituto Canadá. Posteriormente, opta por estudar inglês ao invés da música (piano) por não conciliar os horários de estudo, como também devido à sua condição financeira. Aos 17 anos, de 1981 à 1888 cantou na noite fazendo seresta com o regional “R Som 5”, grupo conduzido pelo músico e seresteiro Celso Rezende (violonista) com o acompanhamento de Zé do cavaquinho, Joãozinho (pandeiro e maracá) e Paulo (atabaque). Mantendo aos sábados um contrato fixo no Hotel Beira mar, além de clubes como Iate Clube, Cotinguiba, associação Atlética de SE e fora do estado.
Nesse tempo de trajetória artística, Raquel Leite conquistou outras séries de vitórias como a do Programa do “Chacrinha” em 14 de agosto de1982, no Rio de Janeiro, vencendo por duas vezes no mesmo dia em 1º lugar. A primeira vitória foi conquistada no próprio programa e a outra no Canecão após convite da equipe de produção do Abelardo Barbosa “Chacrinha”. Além de todas essas conquistas, acreditem: Raquel Leite cantou em mais de 3.000 casamentos e 6.000 missas aproximadamente entre os estados de Sergipe, Bahia e Alagoas! E a nossa querida artista não para por ai: vem apresentando seu trabalho em todas as feiras do Sebrae/SE, fazendo muito sucesso com a sua banda, contando com os componentes: Orlandinho ( guitarra), Júnior ( teclado), Prego (bateria) e César (contra-baixo). No ano de 2007 defendeu no SESCANÇÃO a música “Barvigulina” de Vina Torto (ver a biografia de Vina Torto no blog) e Guga, acompanhada pelo violão de Orlandinho, sendo aplaudida com entusiasmo pelo público que ali se encontrava. Atualmente em seus shows é acompanhada por instrumentos como teclado, violino, trumpet e sax, violão, contrabaixo com os músicos Wolney Mont´santo, Dudu, Carlinhos, Prof Valdir, Tereza Cristina, Maria Olívia, Júnior entre outros. Ao completar 35 anos de música em Sergipe em outubro/2008, Raquel Leite está com o projeto de gravar o seu primeiro CD e busca parceiros como compositores, músicos e empresários que queiram fazer parte deste sonho.
O estilo de Raquel Leite é ligado tanto ao gospel como a uma MPB voltada mais para o romantismo. De acordo com ela, essa tendência para a linha romântica se deve à influência do seu pai e da sua mãe que sempre cantavam muito em casa nas horas vagas. Sua referência musical se encontra em cantores como Antônio Marcos, Clara, Perla e Lílian.
Nossa artista sempre foi convidada para cantar em bandas da cidade, tendo sempre agradecido ao convite, mas tendo sempre preferido estudar para ter garantido mais uma profissão, pois achava que a música, que sempre foi a sua paixão, não lhe daria uma base mais sólida. Raquel pensava que provavelmente não viveria da música por toda vida, como, aliás, não continua vivendo, não tendo ainda o reconhecimento e a valorização na sua cidade. A cantora Raquel Leite preferiu continuar estudando e cantando em missas, casamentos e recepções, acompanhada primeiramente pela pianista Nair Porto, por Paulinho (Padre Paulo), Edson (Dida) Wolney, Prof Valdir e pela Profª Maria Olívia.
O leitor que tiver interesse em entrar em contato com a nossa artista, é só ligar para o número 9981 -7827/ 3255-3471 ou pelo e-mail: raquel.leite@oi.com.br

domingo, 6 de abril de 2008

DEILSON PESSOA


Deilson Pessoa nasceu em Cubatão/São Paulo em 12 de Agosto de 1970. Veio pra Sergipe aos 8 anos com sua família que tinha saído de Sergipe para São Paulo. Nosso artista se considera Sergipano. Quando criança, Deilson Pessoa brincava de tocar percussão em panelas, pianos imaginários e violões feitos de pau e lata de goiabada. Durante a infância e a adolescência teve contato com o sertão sergipano através de viagens que seu pai fazia como mestre-de-obras, além de gostar de levar a família durante as férias escolares, fazendo com que Deilson convivesse com o artesanato e alguns costumes do interior. Na sua família sempre houve uma grande influência com a musica, uma vez que seu pai ouvia aos domingos Nelson Gonçalves e Luís Gonzaga, sua mãe sempre trazia vinis de samba e forró que estavam em promoção na Rua Santa Rosa, seus irmãos mais velhos, Nilson e Edílson, iam trazendo as novidades em lançamentos e também o que não chegava pelo rádio. Assim, de mpb a rock, passando por música instrumental, Deilson foi agregando um repertório vasto compartilhado por todos. Aos 16 anos começou a tirar uns acordes no violão e passou a cifrar algumas canções que já compunha antes mesmo de tocar. Aos 17, ingressou no exército para o serviço obrigatório e interrompeu seus estudos ainda no início do segundo grau. Montou uma banda com amigos chamada “Bonança”que era integrada Por Deilson no vocal e na guitarra base, “Nem” na bateria, “Fábio Gordo” na guitarra solo, e “Anderson” no baixo. O primeiro local onde tocaram foi numa festinha pra pacientes na Clínica Psiquiátrica São Marcelo. Tocaram depois num evento da CUT e no Submarino Amarelo, antigo bar underground de Aracaju com o repertório de autoria de Deilson na linha do rock nacional da época. Um ano depois saem “Fábio” e “Anderson”, entra “Bira” no baixo e o trio passou a se chamar `Verve´, mas infelizmente não durou mais que alguns ensaios. “Nem”, o baterista, ficou sendo um grande parceiro musical como pandeirista, dando apoio para muitas composições. Após isso, Deilson passou um período de cinco anos no exército como Sargento. A música, tornou-se algo esporádico, sendo tocada de vez em quando só por diversão com “Nem” e “Franklin”. Ao sair do exército, montou uma fábrica de telas de arames confeccionadas a partir de máquinas que ele mesmo desenvolvia. Nessa época Deilson pegava no violão pra compor, produzindo suas músicas em casa onde iam sendo guardadas nas gavetas. Certa vez estimulado pelo lançamento de `Aplausos mudos´ de Alex Sant´Anna (ver a biografia de Alex no blog), resolveu então gravar um CD com suas músicas e apresentar um trabalho solo, entrando no estúdio em junho de 2006.
Deilson participou de alguns festivais, participou de um na cidade de Estância com a música `Refúgio´, e inscreveu várias no Sescanção, festival de música sergipana, sem êxito. Mas no Sescanção de 2007 classificou a música `Maria Augusta (A Véia do Shopping)´. Antes disso classificou no Festival Novo Canto a música `Náufragos´, que não foi pra final, lançou em 2007 o CD `Súbito e-feito´ ( com a música “Maria Augusta” inclusa) com 13 faixas autorais que tem recebido boa aceitação do público. A tiragem foi pequena, mas em 2008 Deilson vai fazer uma tiragem maior. Todas as músicas do `Súbito e-feito´ são autorais, com arranjos de Deilson Pessoa e de “Theo Lins”, produtor e arranjador. “Theo” também tocou teclados, baixo, e fez as programações, “Rômulo Filho” toca bateria, “Saulo Ferreira” as guitarras, e tem o auxílio do pandeiro de “Nem” e da gaita de “Júlio Rêgo” em "Deixa Star", além do cavaquinho de “Aragão” da “Naurêa” em `Cumplicidade´, e do acordeon de “Mestrinho” em `Depois do Fim´. A música `Vertigem´, também do CD, foi classificada no festival de Itanhandu/MG, e tocou em vários estados brasileiros pelo projeto `Conexão Brasil´ promovido pela Aperipê FM junto à APURB. Em 2008 Deilson fará alguns shows divulgando o CD `Súbito e-feito´, e no segundo semestre entra em estúdio pra um novo álbum que já está concebido. Deilson foi premiado com o melhor álbum e melhor voz pelo prêmio Uirapuru 2007 (http://premiouirapuru.blogspot.com/).
Deilson Pessoa segue uma linha pop, mas não mantém um compromisso de estilo. Na verdade nosso artista gosta de criar em cima de qualquer som que lhe agrade. Suas influências são constantes, independente de época, influências essas que vão de cantigas que sua mãe entoava lavando roupas, até a última novidade que um amigo traz pra ele ouvir. Mas há nomes que marcam sua influência como os tropicalistas, principalmente Gilberto Gil e Tom Zé; o côco de Jackson do Pandeiro, o baião de Luís Gonzaga, a Velha Guarda do samba; no rock tem como influência Bo Diddley, Bob Dylan, The Doors, Tom Waits, Led Zeppelin, The Smiths, Dire Straits; já no rock nacional suas influências se encontram em Hojerizah e Picassos Falsos. Além dessas referências, tem Nelson Gonçalves, Chico Buarque, Moska, Zé Ramalho, Lenine. Os experimentalistas também ganham lugar no seu acervo como Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos. Percebe-se que Deilson possui uma vastíssima influência, sem contar a dita música `brega´ com nomes como Antônio Marcos, Odair José, Márcio Grake, Nilton César, Evaldo Braga e Marcelo Reis. “Eu sempre encontrei na música brega muita coisa boa, e também coisa ruim, como em qualquer outro gênero”.
O momento de criação de Deilson não existe um método exato. “Busco sempre a idéia clara do que quero dizer naturalmente, sem forçação de barra, caso contrário se acaba por recorrer a clichês pobres ou apelar pra metáforas de poética duvidosa”. Nosso artista pode fazer uma música num click como se já estivesse pronta pra ir pro papel. Por outro lado, tem material que já tem uns cinco anos sem concluir. “Prefiro me recolher pra compor, porém muita coisa vem quando estou caminhando na rotina do dia.
Suas letras falam de gente e sobre comportamento, imperando o inusitado. “Mesmo quando se trata do óbvio, costumo abordar de maneira própria, explorando outras nuances”. Em geral gosta de escrever pra que a letra possa ser `lida´, encadeando texto, poesia e música, mas sem comprometer a apreciação de cada um destes elementos individualmente. Mas é importante se observar que nesse processo também não há um método. “Às vezes a profundidade do tema perde espaço pra largura das palavras, às vezes é a textura da palavra quem conduz o texto”.
No que diz respeito à condição do artista no cenário musical local, Deilson acredita que o artista sergipano vive uma condição de amador. Para ele há uma soma de fatores que contribuem pra isso como a insolência do artista que não se aprimora (e vice-versa), a falta de política pública atinente à realidade musical, a falta de estrutura decente pra se tocar, a falta de produtores culturais `de verdade´ em Sergipe. “Não adianta fazer e não ter a mínima estrutura pra sustentar. Não vejo um trabalho que não seja verdadeiramente amador aqui em Sergipe, com exceção de alguns raros forrozeiros. Me aponte um projeto que perdure, que não seja a Rua da Cultura, ótimo trabalho, mas que tem ganhado o aspecto de `cala-boca-voces-tem-o-que-precisam´, por parte da Funcaju”.
O leitor que tiver interesse em entrar em contato com Deilson Pessoa, é só acessar o e-mail: deilson_pessoa@hotmail.com.br; no Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=8467040809562904343, telefone: (79) 9994-1250 / (79) 3241-6306; no Myspace se encontra o seu trabalho (www.myspace.com/deilsonpessoa)

domingo, 16 de março de 2008

BRUNO ROCKASSETES


Bruno nasceu em Aracaju-SE, em 22 de Julho de 1983. Seu estimulo com a música veio desde muito cedo. “Meu pai toca violão, mas nunca tentou profissionalmente, gostava de tocar em festas com amigos, minha mãe costumava cantar com ele também”. A família de Bruno sempre foi envolvida com a música, seu avô por exemplo, gostava de cantar e comprava instrumentos para que quando os amigos aparecessem, pudesse fazer um som com eles. A avó de Bruno também tinha envolvimento com a música e tocava piano. Mas Bruno começou de fato a se envolver na música aos 12 anos tendo o seu pai como primeiro professor, posteriormente ingressou no Conservatório de Sergipe estudando guitarra, abandonando os estudos e indo morar em São Paulo. Lá, ele estudou durante seis meses piano e canto.
O nome artístico que Bruno usa é Bruno Mattos, mas de acordo com ele, Bruno Rockassetes fica mais singular. Atualmente integra a banda “Rockassetes”. A “Rockassetes” faz uma espécie de rock retrô mas nosso artista não gosta de definir um estilo por achar que fecha muito as influências do trabalho. Em geral a turma faz suas próprias músicas com a influência de trabalhos da década de 60 e 70, adicionando também elementos contemporâneos dos anos 90 e 2000. A “Rockassetes” começou como Eloqüentes e depois mudou o nome para Rockassetes. Na banda alguns músicos também mudaram. Só para citar alguns guitarristas : Rodrigo de Freitas que hoje em dia cuida da arte gráfica da banda, Rodrigo projetou a capa do disco e alguns matérias extras. Depois veio Allan que hoje cuida do site da banda, em seguida Marcos Moura que chegou a tocar com a banda em Sampa (atual território da banda), Bruno Pi da “Maria Suco de Uva” e por último Rafael Costello já conhecido pela “Plástico Lunar”. Atualmente a formação da “Rockassetes” é Bruno Mattos, Leo Mattos, João Melo e Rafael Costello.
As influências de Bruno foram bandas de rock dos anos 60 e 70 , desde Beatles a Who, tendo uma influência forte de outros seguimentos como a bossa-nova, gênero que ele considera responsável pelo enriquecimento das harmonias das músicas até a composição das letras. Atualmente nosso artista anda ouvindo muito Belle & Sebastian, Novos Baianos, Chico, Caetano, Teenage Fanclub.
As circunstâncias pelas quais ocorre o processo de criação das composições de Bruno acontecem em qualquer hora. Surgem “no ônibus, na faculdade, ou em casa. Mas nem tudo é só inspiração às vezes é trabalho mesmo, tem que se pensar e deixar sentir, a madrugada sempre me ajuda nessas horas!”. Os temas que geralmente são abordados em suas composições dizem respeito à temas políticos, drogas e o amor. Sou uma pessoa muito ligada à paixões, não falo aqui de paixões carnais (essas também, é claro) mas paixões por tudo o que vive; desde uma tristeza a uma felicidade extrema (...)gosto de brincar com metáforas também pra falar de coisas que supostamente não deveria”.
A “Rockasetes” já gravou programas na MTV, no Multishow, participaram de grandes festivais como o MADA (RN), Calango (MT), No Capricho (SP), Demo-Sul (PN), foram indicados como artista revelação no Prêmio Toddy de música Independente, gravaram um clipe no Projeto Verão do ano passado e esse ano vão lançar o primeiro disco e continuar viajando. Em Aracaju levaram a vitória no festival estudantil Novo Canto 2000. Atualmente os caras têm alguns festivais em vista e projetos de clipe até o fim do ano.
Com relação à situação do artista no cenário local, Bruno diz que mesmo morando já a dois anos em Sampa, percebe que infelizmente as coisas não mudaram muito. De acordo com ele o cenário local tem excelentes bandas, porém, falta lugar apropriado para se mostrar o trabalho. “Essas coisas só podem desestimular o artista e acaba não restando outra opção se não sair do estado, ou continuar tocando em poucas ocasiões. Resumindo, banda tem, música tem, falta produtor, falta casa de show específica e falta crença por parte das pessoas que poderiam estar impulsionando isso”.
O leitor pode encontrar o trabalho da “Rockassetes” pela net, o disco por ser independente só se adquire nos shows da banda, além poder baixar o trabalho no My Space, Tramavirtual, sem contar as curiosidades no Fotolog e no site.

Aqui vão alguns sites onde pode se encontrar o trabalho da banda www.rockassetes.mus.br, www.myspace.com/rockassetesrockit
www.fotolog.com/rockassetes_se. Quem quiser entrar em contato direto com Bruno, seu e-mail é:bruno@rockassetes.mus.br

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

NEU FONTES


Irineu Fontes nasceu em Aracaju-SERGIPE em abril de 1960. Ao longo da sua vida estudou em diversos colégios. Neu começou muito cedo com a música ao ouvir seus pais e a sua vó América. Na escola Sagrado Coração de Jesus cantava no coral aos 8 anos. Quando tinha 10 anos de idade foi pro conservatório onde teve o Prof. João Argolo como professor. No Salesiano participou dos primeiros festivais de musica. Mas só se decidiu pela musica em 1980. De lá pra cá sobrevive com ela.
Neu Fontes exerceu muitas funções e cargos ao longo de seu trajeto profissional. Em 1980 foi diretor de Comunicação na COOPERMUSICA; entre 1980/ 1982 foi gerente das Empresas da Família de Representação comercial; no ano de 1983 foi Iluminotécnico e Sonoplasta da Fundação Estadual de Cultura no Teatro Atheneu; em 1984 foi Diretor Artístico e Produtor doCirco Amoras E Amores; já em 1991/1992 trabalhou na Fundação Estadual de Cultura- FUNDESC; coordenador do Festival Novo Canto; Coordenador Geral do Encontro Cultural de Estância, além de criador e Coordenador do Festival Nosso Canto de Musica Junina e do Projeto Gonzagão Forró e Arte. Em 1992 foi Criador e Coordenador artístico do Ponta De Mar – Aracaju Festival; Coordenador do Canta Nordeste na fase regional Sergipe na Rede Globo Nordeste. Em 1995 à 1999 foi diretor do Complexo Cultural Gonzagão; nesse mesmo ano na Secretaria de Estado da Cultura exerceu o cargo de Coordenador dos Festejos Juninos do Estado, como também de Assessor de Eventos e edições fonográficas e Coordenador do Festival Novo Canto. Foi Diretor do Teatro Atheneu, Assessor de Edições Fonográficas na Secretaria de Estado da educação do desporto e Lazer e fundador e proprietário do Estúdio Capitania do Som. Em 2000 foi coordenador Geral do Carnajú e do Forrócaju e diretor técnico da Fundação Cidade de Aracaju- Funcaju. Em 2001 e 2002 foi coordenador de projetos em Sergipe é o país do Forró e do Forró do turista; assumiu o comando do Novo Canto; criador e coordenador do FAMP (Festival aberto de Música Popular); além de ter sido assessor de eventos na Secretaria do Estado da cultura e turismo-SECTUR. Em 2003 foi diretor do Teatro Tobias Barreto, coordenador de produção do Sescanção e coordenador do Festival dos Correios. No ano de 2004 foi coordenador e diretor musical do Sescanção, novamente coordenador do Festival dos Correios, criador e apresentador do programa Nossa Música na Liberdade FM. Em 2005 foi coordenador e diretor musical do Sescanção, apresentador do programa Nossa Música. Em 2006 novamente assumiu o cargo de coordenador e diretor musical do Sescanção, apresentador do programa Nossa Música, criador e coordenador do projeto Faser da arte.
Neu obteve inúmeras conquistas em festivais como o primeiro e o segundo lugar no IV Festival do Colégio Salesiano em 1978, o segundo lugar em 79 no Festival do Salesiano no Ceará, quinto lugar no 1 FSMPB na Globo Local em 81. no ano de 1982 levou o sexto lugar no II FSMPB na Globo local, quinto lugar no I Festival Aberto de Música Popular em 85, foi finalista do Festival FESTLIVRE em 1988, no mesmo ano recebeu a medalha de honra ao m´rito da Petrobrás pelo seu trabalho musical e em 1992 foi finalista do I Canta Nordeste da Rede Globo. Continuando sua história de conquistas, em 93 foi finalista do FEMUC e recebeu o prêmio de melhor cantor do Carnaval em Aracaju, em 1994 conquistou o quarto lugar e o melhor arranjo no I Festival de música Presidente Prudente em SP, sexto lugar no III Canta Nordeste na fase regional. No ano de 95 ganhou o primeiro lugar da fase regional e o sexto lugar na fase final do IV Canta Nordeste, recebeu o prêmio Antena de Ouro como destaque do ano pela pesquisa musical denominada Bacamartada no Rio de Janeiro, além do Prêmio Destaque Cultural concedido pela Fundação Musical de Cultura em Aracaju. Em 1996 foi finalista do FEMUSIC em Maringá no Paraná, ganhou o quarto lugar no II Festival de música Presidente Prudente e foi novamente finalista da fase regional do Festival Canta Nordeste; já no ano de 1998 ganhou o Prêmio Albert da Cultura como compositor do ano e a comenda do governo de Sergipe pela contribuição à cultura sergipana na área da música e o Prêmio Capital de Música pelo espetáculo “Ópera do milho”. Em 2003 recebeu a placa de homenagem do colégio Maria Montessori e em 2005 o certificado do CAM, tendo participado também em 2006 do Prêmio Banese de Música Ismar Barreto.
A discografia de Neu Fontes é vastíssima. Em 1981 sua música “Vôo livre” é elencada no LP do FSMPB, em 1985 lança o “Cajueiro dos papagaios”, em 1987 o “Chinfra de Cinderela” pela FAMA SOM, em 88 lança uma coletânea “Canta Aracaju”. As coletâneas ainda seguem no ano de 89 com “Sabor Lambada” pela Singem e “Massa Baiana” pela Esfinge, além de lançar o trabalho solo no LP “ Rara Beleza” pela Somarj/Polygram. No ano de 1990 participou de mais três coletâneas que foram “ Sabor Lambada II” pela RGE, a “Estação Sedução” e o “Verão na Ilha” pela Nova Ipanema. Em 1991 lançou o “Trilha da lua” pela Casa da música/RCA e em 95 participou da coletânea “Aracaju canta Aracaju”.
Quanto às direções musicais e fonográficas, Neu atuou nos Lp´s “Cajueiro dos papagaios” e “Aracaju pra cantar”. Em 1992 no “Novo Canto 91”, um ano mais tarde no “Sergipe Festivais” da Rede Globo, nos Hinos dos Clubes Sergipanos pelo Governo do Estado, em 1994 no Lp de Adelson Alves e no de Lourival Mendes, em 95 no “Aracaju canta Aracaju”, “Forró e arte” e no “Bando de mulheres”, no ano de 96 no disco Marianos do Bando de Mulheres, “Viagem Cigana”, “Grupo Cataluzes”, no Lp dos Índios Xokós, “Forrozão da rua Siriri” e “Forró e arte”. Em 1997 no “Reisado de Dona Lalinha”, “Avoz e o poema”, Ópera do milho”, “ Novo Canto 97”, “Forró e arte II” e “Cantadores e Violeiros”; em 98 no “Bando de mulheres”, “Iláriô”, “Poemas Tobias Barreto”, “Antologia Santos Sousa” e “Taieira Dona Lourdes”. Em 2000 no “Forró de Pacatuba” e no “Los Graranis”; em 2003 “Reisado do marimbondo” e “Matamba-Raízes das minhas águas”, 2004 o Lp “Impressões Urbanas” de Cláudio Barreto, “Sescanção 2004” e “Prêmio Banese de música”; no ano de 2005 o “Carta Marcada do Tarô”, “Canto da Nossa gente- Folclore de São Cristóvão-Se” e “Sescanção 2005”; já em 2006 produziu o disco “Sescanção 2006” e o “Cd Retratos de Aracaju” de Hugo Costa, “ Cada Vez melhor” de Luiz Paulo e em 2007 o cd “Cantigas de nossa gente- Grupos Folclóricos” e o “Tributo ao rei Luíz” de Rodriguinho.
Suas influencias musicais são Vilas lobos, Ivan Lins, Bob dylan, Alcides Melo, Nery, Valdefrê e João Melo. No que diz respeito á condição do artista no cenário local, Neu encara uma forte criatividade entre os artistas, porém, o universo musical é carente de profissionalismo e de valorização a arte local. “Não falta talento nem criatividade, o que falta na minha opinião é inteligência, organização e aprender a nos conhecer e assim saber se respeitar e respeitar o trabalho de todos. Precisamos urgentemente nos profissionalizar, encarar a carreira artistica e deixar de viajar tanto na maionese”.


Contatos com Neu Fontes: (79) 3221-2116 – 9972-5383

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

IVAN REIS


Ivan Reis é Estanciano mas se considera nascido em Aracaju, pois nasceu na capital e viveu em Estância a vida toda. Ivan sempre gostou de cantar. Esse seu hábito vem desde a infância. As músicas dos filmes e desenhos que assistia na infância o fascinavam. No fim dos 80 e início dos 90, as rádios e programas de TV que tocavam músicas do rock nacional e da MPB, motivavam-no a cantá-las com sua mãe. Sua mãe sempre o incentivou a cantar. Ivan começou a se incentivar a fundo com a música quando aprendeu a tocar violão aos 12 anos por influência de amigos da escola que tocavam há mais tempo. Logo depois se interessou por guitarra e hoje se considera um cantor/compositor que toca guitarra. Na adolescência, participou de inúmeras bandas de rock, mas nenhuma delas vingou. Essas bandas geralmente eram compostas por João Antônio na guitarra, Rodrigo Lima que atualmente toca na "Uma Ruma" e na "Psicodélicos e Psicóticos" na bateria e Allan Villanova no teclado.
De acordo com Ivan, o rock continua muito latente em sua música até hoje. Já participou de nove festivais, nos quais já ganhou prêmio de aclamação popular com a música “A Voz de Deus" e "De Passagem”, levou o 2º lugar com a música “Lobo do Mar”, 3º lugar e Melhor Intérprete com a composição “Um Milhão de Passos” e foi finalista em quase todos eles, exceto pelo Prêmio Banese de Música Ismar Barreto, em 2006. Participou também do FEMUSIC em Maringá no Paraná em 2007, dividindo o palco com pessoas de todo o Brasil. O show mais importante foi o do MPB Petrobrás, que teve grande repercussão em Sergipe. Depois desse show fez uma entrevista no Jornal de Sergipe com direito a ter uma matéria especial para ele, entre outras entrevistas em outros canais televisivos. Atualmente tocam com Ivan Rafael Jr na bateria, Robson Souza no baixo, além de Plínio que assume o teclado e que acaba de integrar a banda. Ivan tem como planos gravar seu primeiro disco. Após isso, espera movimentar mais a agenda e fazer mais shows com banda, pois o formato no qual geralmente faz shows é mais voz e violão. Sem contar que pretende buscar fazer shows fora de Sergipe para ampliar seus horizontes.
Ivan Reis não tem um gênero específico para o seu trabalho. “Ouvindo minha música, você vai perceber traços explícitos de rock, funk, blues, música negra em geral, além de música brasileira”. As suas principais influências musicais são: “Djavan”, “Cássia Eller”, “Lulu Santos”, “Herbert Vianna”, “Lenine”, “João Bosco” como cantor/compositor, “Eric Clapton”, “Warren Haynes”, “Stevie Ray Vaughan”, “Slash”, “Jimi Hendrix”. As circunstâncias que ocorrem no seu processo de criação acontecem sob diversas formas. “Às vezes parte de uma idéia que surge do nada. Um trecho de letra, uma frase melódica, até de um groove apenas. Assim como ocorre de vez em quando de sentar e dizer: "Vou fazer uma música". Ultimamente eu tenho feito muito isso: não esperar por inspiração. Encarar a música de forma mais prática e racional”. Os temas que geralmente são abordados em suas letras procuram falar de temas incomuns na música, e quando não são assim tão incomuns, são com formas mais peculiares possíveis, preocupando-se sempre em não torná-las subjetivas demais, pois de acordo com nosso artista, perde a graça. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Ivan percebe uma melhora, mas admite que ainda há um público limitado com predisposições a recepcionarem os trabalhos locais “Hoje em dia, a galera tem uma postura legal em relação aos artistas daqui. Mas ainda é uma coisa muito seleta. É um público super simpático e interessado mesmo, só que pequeno. Ficar em Sergipe fazendo música é um sonho. A gente nunca consegue ser, por exemplo, a atração principal de um evento de proporção maior com grandes públicos. Há uma razão para que o 'grande público' se interesse sempre mais pelo que vem de fora. Quando eu descobrir eu conto pra todo mundo”.
O leitor que se interessou pelo trabalho de Ivan Reis terá que ter um pouco de paciência, pois por enquanto só fez shows ao vivo. “Já, já sai o disco e todo mundo vai poder comprar. Já estou pensando num site também que entrará no ar junto com o lançamento do CD”.
Quem tiver interesse em entrar em contato com Ivan reis por celular: (079) 9996-0619
Por e-mail: zitoreis@gmail.co

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

CARLOS CARDOSO


Carlos Francisco Pereira Cardoso nasceu em Santos / SP, em julho de 1974. Atualmente é engenheiro civil formado pela Universidade Federal de Sergipe – UFS, com especializações nas áreas de Engenharia de Custos e Gestão da Construção Civil. Trabalha na J. Nunes Construções em Aracaju na área de orçamentos, custos e planejamento de obras civis. Carlos desde pequeno gostou muito de música. Quando ainda criança nos primeiros anos da década de 80, seu primeiro contato com música foi aproveitando o eclético e bom gosto de seu pai através dos bons e velhos lp’s de bandas como “Moraes Moreira”, “Trio Elétrico Dodô e Osmar”, “Elton John”, “Beatles”, “ABBA”, “Queen”, “Deep Purple”, “Santana”, “Alice Cooper”, “Kiss”, entre outros. Aos 8 anos já ensaiava os primeiros toques em um velho violão. Nessa época passava horas a fio em frente ao televisor apreciando as imagens e sons de vídeos clipes musicais “imitando” os guitarristas com o velho violão empunhado em mãos. Na segunda metade dos anos oitenta já tomava aulas particulares de violão e guitarra e passou a ter efetivamente contato com a compra de lp’s e cd’s de suas bandas favoritas que a esta altura eram encabeçadas por “Metallica”, “Iron Maiden”, “Megadeth”, entre outras. Mas foi em 1988, em uma saída despretensiosa de casa a fim de trocar um LP numa loja especializada de Santos, que o jovem aspirante à guitarrista escutou pela primeira vez “Yngwie Malmsteen” através de um cd japonês que o dono da loja de discos mostrava orgulhosamente aos seus clientes como fruto de uma recente viagem à terra do sol nascente: “Quando pisei na loja, aquele som foi simplesmente maravilhoso e hipnótico, nunca mais senti algo parecido dentro do universo da música...”. A música em questão era “Black Star”, um instrumental que na época já era consagrada como uma das célebres composições do guitarrista Sueco. Desde então a guitarra fez efetivamente parte de sua vida. Depois de passar por pequenas bandas e algumas “aventurais musicais”, entra ao final dos anos 90 para “Tchandala”, um dos ícones do bom metal sergipano onde está desde então. A “Tchandala”que é composta por Dejair Bonjamim (ver a biografia de Dejair Bonjamim no blog) no vocal, Carlos Cardoso na guitarra, Sandro Souza toca no baixo, André Moreira na bateria e James Freitas no teclado (Ver a biografia de James Freitas no blog). Segundo nosso artista, a "Tchandala" “é uma banda que traz muita alegria pra gente e reconhecimento. É um grande prazer estar nela.”. Na “Tchandala” Carlos contribuiu com os últimos hits de sucesso, ajudando a imprimir um estilo intitulado por alguns como “Old Metal”, que seria uma alusão à forte influência dos músicos da banda em grandes sucessos do rock dos anos 80. Apesar da música ter de ser tratada como uma espécie de hobby em sua vida, nunca deixou de ser lavada à sério: “Apesar de não poder ficar 24 horas com a guitarra em mãos, sempre procuro me aperfeiçoar e manter contato diariamente com a música e com a guitarra, minha paixão incondicional. Tocarei até o fim de minha vida. Hoje sei que já tenho o melhor equipamento que o dinheiro pode comprar e mesmo assim continuarei buscando sempre melhorar mais e mais, além é claro, de continuar levando minha contribuição à grande Tchandala”. Quanto ao cenário sergipano diz: “Bem, tocar heavy metal no Brasil e ganhar a vida financeiramente com isso já é difícil. Em Sergipe isso se torna algo em torno do impossível, mas o prazer e a paixão pela música estão muito além dessa dificuldade. Prefiro não pensar na música como condição de sobrevivência, e sim de qualidade de vida.”.

Contatos para Carlos Cardoso são: celular (79) 9971 7625; e-mail: eng.carlos.francisco@gmail.com

AMOROSA


Amorosa é natural de Itabaiana, tem 40 anos e 23 anos de carreira. De acordo com ela, quando era criança odiava quando seus colegas a chamavam de Amorosa ao invés de Antônia que é seu primeiro nome. Mas, foi com Amorosa que ela se popularizou não só nas salas de aula, como no cenário musical. Nossa artista cresceu num meio onde se ouvia muita música. “Meu irmão mais velho, José Menezes, era o “DJ” da família. Na hora da Ave Maria, era MPB nos tímpanos, mesmo que não tivéssemos afim. Ouvíamos de livre e espontânea “pressão””. Devido a esse estímulo com a música, aos sete ou oito anos já ouvia música local, nacional e internacional. Amoroza iniciou como radialista aos 14 anos, na Rádio Princesa da Serra. Atuou como atriz do "Grupo Asa Branca", apresentando-se em eventos como o "Encontro Latino Americano de Folclore de Caruaru - PE". Ainda em Itabaiana, escreveu peças de teatro, novelas para rádio, crônicas, além de participar como colunista social do Jornal "O Serrano", foi vencedora do I Concurso de Poesia Falada de Itabaiana, idealizou o "Encontro Cultural em Itabaiana", realizando também um simpósio com o tema: “preservação da Reserva Florestal da Serra de Itabaiana”. Além de todos esses eventos, participou do Pixinguinha 1988 em Sregipe, obtendo 1º lugar em notas e Pixingão no Rio de Janeiro, na sala Funarte
Como o leitor deve ter obeservado, Amorosa viveu grandes conquistas em sua vida artística. Além das já citadas anteriormente, obteve sua vitória no festival “Canta Nordeste” promovido pela rede globo nordeste em 93 com a música “Coco da Capsulana” de João Alberto e Ismar Barreto, recebeu prêmio Aclamação Popular no festival de Música de Cascavel no Paraná com a música "Formigueiro" de Neu Fontes,como também o prêmio de melhor intérprete do Brasil na festa da Música Brasileira em 2001 no Rio de Janeiro, interpretando a música “Salada Tupiniquim” também de Ismar Barreto. Para quem não sabe, quando Amorosa veio para Aracaju cantar na taberna do tropeiro em 1985, no mesmo ano foi levada por turistas para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, além de ser levada por Chacrinha para o Rio ganhando lá o primeiro lugar em seu programa. Amorosa também teve a experiência de ir a Europa realizar 45 apresentações entre Alemanha e Áustria, além de ter cantado ao lado de importantes nomes da música brasileira como “Leila pinheiro”, “Alceu Valença”, “Antonio Carlos e jocafi”, e “Paulo Diniz”. Participou também de outros projetos como o Pixinguinha, Pixingão no Rio de Janeiro, se contar que atuou em várias capitais do nordeste. Criou o projeto “Temporada de arte Sergipana”, o Prêmio Banese de música”. Com essa trajetória, essa artista possui 10 coletâneas e trabalhos solos como o "Iluminada", "Brejeira", "Mulher Nordestina" e "Aldeia". O projeto “Um canto a Sergipe I” é a sua paixão atual. No primeiro cd, ela o lançou ao mercado com uma tiragem de 5000 cópias, mas segundo Amorosa, este trabalho terá seqüência de mais 4 CDS onde ela interpretará músicas de alguns dos novos compositores do mercado Sergipano. Além de cantora, compositora e intérprete, essa artista já escreveu livros como o "Vôo Rasante" e "Translúcida", sem contar o lançamento do Jornal "Notas Musicais", meio de informação responsável pela divulgação da música sergipana, foi também apresentadora de um programa musical pela TV Cidade chamado "Som da Cidade".
O estilo musical dessa cantora é plural. Ela canta forró, romântico, reggae, samba reggae, frevo e até mesmo o rock. “Sou musicalmente “multimídia”( como diz um fã), filha da música que passeia nas suas mais variadas tendências. Portanto, sou livre, como livre tem que ser todos os filhos dos sons”. Mas nossa querida artista tem suas grandes referências como “Elis Regina”, “Luiz Gonzaga”, “Alceu Valença” e “Chico Buarque”. O processo de criação de Amorosa ocorre nos momentos mais inadequados como quando ela está tomando banho, dirigindo numa estrada ou acordando. Os temas que geralmente são abordados em suas letras dizem respeito aos valores da terra, mensagens que transmitam ensinamentos produtivos. “Gosto de poesia, de canções que exijam um grande intérprete. Gosto da grandeza que vem de uma melodia a uma letra bem elaborada, com sabor de eternidade”. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Amorosa diz que o que importa é agir na ativa. “A condição é não ser preguiçoso e correr atrás todos os dias porque ninguém vai bater sua porta para lhe dizer que você é um grande artista, mesmo que você seja”. Ao mesmo tempo Amorosa tenta abrir os olhos dos artistas. “O artista tem que aprender a cobrar das autoridades aquilo que tem direito porque existe uma fatia do erário público voltado para a nossa área; mas, como todos querem ser “estrelas” antes mesmo de brilhar, certamente não precisam comer, investir em instrumentos, ensaios, produção, gravação e equipe”.

O leitor que tiver interesse em conhecer a produção de Amorosa, é bom ficar ligado, uma vez que nossa artista lança tiragens sempre limitadas. Mas é bom observar que brevemente será lançado o site de Amorosa e ai haverá disponibilidades para conhecermos toda a sua obra.
Quem quiser entrar em contato com Amorosa e fazer contatos para shows é só ligar para os números (079) 9971-3875; 9982-3233 e 8119-1461
Seu e-mail: amorosa@infonet.com.br
Orkut: Amoroza Sergipana

sábado, 26 de janeiro de 2008

MARCUS VINICIUS


Marcus nasceu em Aracaju em 1970. Seu nome artístico é Marcus Vinicius, mas tem assinado alguns trabalhos como Marcus DeMoraes. Atualmente nosso guitarrista tem gostado muito de trabalhar como freelancer e como músico de estúdio. “É o que tenho feito mais ultimamente, e com muito prazer”. Em sua família há um artista conhecido, o seu Joubert Moraes que é artista plástico e vários outros artistas desconhecidos, como seu avô que era poeta e sua mãe que canta. Quando criança Marcus gostava muito de um LP que um tio dele tocava à exaustão, o “Love Island”, de Eumir Deodato. Quando Marcus ia na casa de Joubert, gostava de ficar brincando com o violão dele. Mas o seu interesse veio mesmo quando assistiu a um show de “A Cor do Som” na Praça Fausto Cardoso entre 81/82. “Depois desse show resolvi que iria aprender a tocar guitarra. Meu aprendizado foi essencialmente autodidata, tive sorte de ter me interessado pelo rock ainda numa época (1986 a 1990) em que se exigia dos músicos muita técnica, o que fez-me evoluir como instrumentista, e isso foi o que permitiu a adaptação posterior a outros estilos”. O estilo musical de Marcus é Rock instrumental com influências de MPB e fusion (jazz-rock).
Em 2000 fez uma turnê pelo Estado de São Paulo com a banda “Sulanca” com cerca de 20 shows em um mês. A “Sulanca” de 1997 a 2001, além do próprio Jorge Ducci, passou por várias formações, tendo Marcus Vinícius, Hugo e Álvaro Alexandre nas guitarras; Gilson Batata, Moabe Hasém e Robson Souza no baixo; Rafael Jr, Júlio Fonseca, Pedro Mendonça, Tom Toy, Siborg, Chicão, Bal di Camafeu, Rony Medeiros e Anderson Batista na percussão. Marcus teve a honra de ter o baixo de uma música sua, “Mother”, gravado por Andy West, baixista da banda americana de fusion “Dixie Dregs”. “Ele gravou em seu estúdio, no Arizona se não me engano, e me mandou a parte de baixo para ser juntada e mixada aqui”. Marcus também participou de outros projetos como o da banda “Hemisférios” ( rock progressivo) que de 1990 a 1994 era composta por Zé Milton no baixo, Marcus Vinicius e Dunga, Fernando, Rômulo Filho e Alex Tavernard. Zé Milton atualmente toca baixo na “Warlord” e “Kannibal”. Na formação de 2004 a banda era integrada por Marcus Vinicius, Zé Milton e Alex. A banda “Hemisférios” teve participação de James Freitas nos teclados (ver biografia de James Freitas no blog), mas sua participação ocorreu apenas em alguns ensaios e não em apresentações de shows. Marcus integrou também a banda “Água Viva” (banda de baile) de 1995 a 2000. A banda era composta por Vertinho no violão, Gilberto Machado e Pithyu no baixo, Marisa Lott e Estevam nos teclados, Renato Lott, Carmem Alzira, Teacher's Boy, Wellington Barbosa no vocal; Carlinhos e Willian Lott na bateria. Sem contar que Marcus participa da banda de Rubens Lisboa (ver a biografia de Rubens Lisboa no blog), gravou no cd de Chris Emmel chamado “Afã”, além do cd “Som das Araras” de Mingo Santana e do cd “Bem VOL. 1” de Minho Sun Liver. Atuou também no cd “Mangaba madura”de Nino Karva.
As influências musicais de Marcus são: “Jimi Hendrix”, “A Cor do Som”, “Deep Purple”, “Black Sabbath”, “Van Halen”, “Eric Johnson”, “King´s X”, “Pat Metheny”, “Steve Morse”, “Mahavishnu Orchestra”, “Djavan”, “Gilberto Gil”, “Diogo Montalvão”, dentre outros. O processo de criação de Marcus, para ele, é bastante complicado. “Não consigo fazer o tipo de música que gosto de ouvir e gostaria de tocar. Isso me fez ser muito auto-crítico. Assim, o saldo de quase 20 anos dedicados à música ainda é pequeno, cerca de 15 composições apenas”. Os temas geralmente abordados em suas composições são de perfis extremamente pessoais como relacionamentos etc. É importante observar que Marcus só compôs três músicas com letras que são: “Bad Feeling, “Humbleman” e uma baladinha chamada “No more”. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Marcus encara uma situação ainda muito difícil. “Nosso mercado ainda é incipente, o que obriga muitos músicos a terem outra atividade financeiramente mais rentável ou que complemente a renda “musical”. Conheço excelentes músicos que são taxistas, arquitetos, engenheiros, advogados, publicitários e servidores públicos”.

O leitor pode encontrar o trabalho de Marcus DeMoraes no site: www.palcomp3.com.br/vinnas; também no myspace: www.myspace.com/marcusvinnas e no http://www.acidplanet.com/artist.asp?AID=290104&T=5690

Os contatos com Marcus são por celular: (079) . 9148-3470 ou o (079) 3231-1738;
por e-mail: Email/MSN – marcusvinas@hotmail.com
Por Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6581478216527486996

ASSIS ALMEIDA


Assis Almeida nasceu em Aracaju em agosto de 1980. Foi criado ao som de “Nelson Gonçalves”, “Altemar Dutra”, “Luiz Gonzaga”, dentre outros. Um dia sua mãe lhe deu o LP “BAD” do Michael Jackson e a partir daí Assis começou a se interessar por música internacional. Depois conheceu “U2” e ficou fã. Posteriormente conheceu o trabalho de “Legião Urbana” e “Beatles” e terminou por se apaixonar pelo rock. Assis se interessou em aprender a tocar violão com um amigo de infância. Um belo dia conheceu “Bruno Barros” (BOB) (ver a biografia de Bruno Barros no blog) e ele o motivou a compor músicas com ele. Daí então existe uma parceria entre os dois há 8 anos.
Assis entre 1999 e 2000 foi integrante da banda “Rwminat's”, uma banda de rock que tocava músicas de outras bandas como “Beatles”, “Rolling Stones”, “U2”, “Legião Urbana”, “Raul Seixas”, “Rita Lee”, “Mutantes”, etc. A “Rwminat's” era composta por Assis Almeida na guitarra base e no vocal, Binho na bateria, Daniel no teclado e Fábio Caldas no baixo e Matheus Batalha na guitarra solo. Assis participou também de trabalhos autênticos no “Sonnet”, uma banda de rock estilo britânico que durou de 2000 a 2002 e que era composta por Assis Almeida que fazia as composições, tocava baixo e fazia os vocais, Bruno Barros que também fazia as composições, tocava guitarra base e os vocais, Daniel no teclado, Matheus Batalha na guitarra solo e Ramon Ayres na bateria. A “Sonnet” tocou várias vezes no Muquifo e chegou a gravar a demo chamada “Accept the Truth”. Com exceção do tecladista, os ex-integrantes do Sonnet seguiram carreira acadêmica. Assis doutorando em física pela UFPE, BOB mestrando em design pela PUC do Rio, Matheus doutorando em psicologia pela UFBA e Ramon doutorando em psicologia pela USP. De 2003 à 2005 Assis tocou também na “Mala Mágica” com CH na bateria, Lúcio Poconé que fazia também as composições e tocava baixo, BOB nas composições, vocais e guitarra base e o próprio Assis que além de fazer as composições, atuava no vocal e na guitarra solo.
Em 2006, Assis junto com Léo Airplane e Bob, formam a “Daniel, O Invisível” que é composta por Assis Almeida que faz as composições, toca baixo, violão, guitarra solo e faz também os vocais, Bruno Barros, o BOB que além das composições, faz a guitarra base e os vocais e Léo Airplane que se responsabiliza pela produção, assume os teclados, efeitos eletrônicos e faz o backing vocal. Quem quiser saber um pouco sobre essa estratégia inovadora, recomendo que leia minha coluna sobre música no Cinform Online na qual expus uma matéria sobre a banda. A “Daniel, O Invisível” lançou dois trabalhos, um em 2007 chamado "Apresenta Sambas Para Um Amor Violeta Vol. 2" e o “Fazendo Kitsch em Ré Menor na Travessa do Último Riso” que foi lançado recentemente.
O estilo do trabalho de Assis é plural. As suas influências são: “The Beatles”, “Los Hermanos”, “U2”, “The Rolling Stones”, “Cake”, “Mutantes”, “Nelson Gonçalves” , “The Beach Boys”, “Jorge Bem Jor”, “Radiohead”, “Adoniram Barbosa”, “Capiba”, “Luiz Gonzaga”, “Numismata”, “Romulo Fróes”, “Mopho”, “Parafusa”, “Nervoso”, “Plástico Lunar”, “Snooze”e “A Banda Tropicalista do Duprat”. O processo de criação de Assis se dá de forma espontânea. “Simplesmente bate a vontade de criar e rola sem forçar a barra. Componho pouco, mas sempre de forma sincera. Geralmente esse desejo de compor surge quando eu estou depressivo”. No que diz respeito á situação do artista no cenário da música local, nosso artista reconhece que o mercado local ainda é muito pequeno. “Eu sinto que temos pouco espaço da mídia local para divulgar nosso material, de modo que seja acessível a muitas pessoas”. Assis tem como projetos futuros terminar seu doutorado em física em 2010, ser professor da UFS, montar um Stúdio em casa e fazer uma “Jam Section” todo final de semana com amigos.

O leitor que tiver interesse em conhecer o trabalho que Assis faz parte, é só acessar o site oficial de “Daniel, O Invisível”: www.danieloinvisivel.com. Lá o visitante tem acesso aos links para sites alternativos com conteúdo do Daniel. Também o leitor encontra o trabalho no myspace http://www.myspace.com/danieloinvisivel.
Quem quiser ler uma matéria sobre a banda na MP3 Magazine é só acessar o site http://www.mp3magazine.com.br/materia.jsp?idProjeto=158&idDisco=158.
A comunidade no Orkut é http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=27320891

Contatos diretamente com Assis é por e-mail: assisalmeida@hotmail.com

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

CLÁUDIO K@UEIY


Cláudio nasceu em Heliópolis na Bahia. Seu nome artístico é Cláudio k@ueiy. Quando tinha 2 anos foi seqüestrado por seu pai. A mãe de Cláudio se separou do seu pai quando ele tinha 1 ano e meio. Seu pai não aquentando a separação invadiu a casa e tomou Cláudio pra fazer chantagem com sua mãe pra ela voltar. Como ela demorou pra se decidir, seu pai fugiu pra Tobias Barreto com nosso artista e saiu tentando entregá-lo de porta em porta. Quando chegou na porta de uma mulher que na época já tinha mais ou menos uns 60 anos, pediu que ela ficasse com Cláudio justificando que ia comprar 1 quilo de carne. Desse dia em diante nunca mais voltou. Cláudio mora com essa mulher até hoje. Cláudio já fazia composições desde quando aprendeu a escrever. O seu primeiro contato com a musica foi aos 16 anos quando ganhou o primeiro violão dado por um professor de futebol com intuito de tirá-lo das drogas. Desde então nosso artista começou a aprender a tocar o instrumento. “No começo foi foda. Todo mundo dizia que eu ia endoidar e não ia aprender a tocar,mas até pra cagar eu levava o violão, ai foi quando finalmente aprendi e comecei uma historia de muita luta e muitas batalhas na vida pessoal e musical. Até hoje estou na luta”.
A primeira banda que Cláudio integrou se chamava "Anarquia" e tinha como formação Cláudio no baixo, Rodrigo no vocal,Lobão na guitarra e Pascoal na bateria. Outra banda foi a "Sem juízo" que era composta por Cláudio no vocal, Nerinho na bateria e Bob no baixo. Posteriormente participou da banda “Sem Futuro” mas que não foi duradoura. “ Lá eu aprendi a me comportar no palco e outras coisas”. A "Sem Futuro" tinha como formação Cláudio na guitarra, Lobão no baixo, Neris no vocal e Pascoal na bateria.
Cláudio no momento está com dois trabalhos, um com a banda “Dark Visions” e outro com um projeto chamado “14”com músicas alternativas compostas por ele. Quanto à “Dark Visions”, esta é formada por Cláudio no baixo e no vocal, Rodrigo na guitarra solo, Ivis na guitarra base e Diego na bateria. Já o projeto “14” é composto por Cláudio no violão e no vocal, Paulo Henrique no violão, Bob no baixo e Marquinhos no teclado. Não há bateria no projeto. A “Dark Visions” tem um cd chamado "Aprendendo com o tempo" lançado em 2004 e um cd que tem propótitos de sair depois do carnaval que vai ser chamado “Exibindo suas crias”. Quanto ao projeto “14, ainda não tem um cd gravado. Os caras estão fazendo os arranjos das musicas e compondo. Ainda não estão fazendo shows. Mas de acordo com Cláudio, a banda tem a pretensão de gravar o cd em março. Cláudio fez alguns shows com a “Dark Visions” como na Rua da Cultura, por exemplo, participou de Festivais na Bahia, além de ter algumas de suas músicas executadas em Fm´s como na Luanda 85,9, Rádio Clube de Itapicuro e na Ilha am.
As influências musicais de Cláudio vão de “AC/DC” , passando por “Zé Geraldo” e “Raimundo de Lina”. As circunstâncias que ocorrem o processo de criação independe do violão para serem realizadas. “A criação ocorre em casa mesmo, na paz, no silencio,com uma viola ou uma guitarra,ou sem instrumento nenhum”. Com relação aos temas abordados nas letras, Cláudio fala sobre discriminação, sobre guerras. “Falo das guerras por que é atual, como é passado e futuro e tem que ser abordada”. Já no projeto “14” fala sobre amor, religião, alto astral. “Eu falo do amor por que eu preciso e é preciso”. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Cláudio diz que a situação é caótica, chegando mesmo a despretigiar outros estilos musicais em detrimento de outros. “Aqui em Tobias Barreto é foda. Ou toca forró ou toca axé. Nem o pop aqui é bem aceito só pra você ter uma idéia”.

O leitor que tiver interesse em conhecer o trabalho de Cláudio é só acessar o site www.myspace.com/darkvisions; encontra-se tmabém o trabalho da banda no palcomp3: www.darkvisions.palcomp3.com.br
Para conhecer um pouco sobre a proposta da banda é só entrar na comunidade do Orkut: “Sou fã da Dark Visions”
A "Dark Visions também disponibiliza um vídeo no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=f60fsPgmDyY

Quem quiser entrar em contato com Cláudio por celular é: (079) 8124-2384; por e-mail: dv_darkclaudio@hotmail.com.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

RUBENS LISBOA


Rubens Lisboa nasceu em Aracaju-Sergipe e sempre se identificou com artes em geral. Atualmente esse artista possui mais de quinhentas composições. Rubens começou escrevendo poesias e pequenos textos para teatro. Tinha certeza de que a música seria a mola propulsora da sua vida após assistir a um show da cantora Marlene pelo Projeto Pixinguinha, no final da década de setenta no Teatro Atheneu. Em 1986, pisou pela primeira vez num palco como intérprete. Isso aconteceu no show "Dez-colagem", uma iniciativa inédita de vários artistas sergipanos que, à época, começavam as suas carreiras e formaram a famosa "Que banda é essa...?" A partir daí, participou também de diversos eventos como artista convidado, já cantando suas próprias composições, além de interpretar canções de outros autores. Foi o caso, por exemplo, do show de encerramento do 1º Festival de Música Ecológica, realizado pela Universidade Federal de Sergipe e também do que ocorreu na 2ª Semana Interna de Arte da Petrobrás.Rubens Lisboa cantou durante algum tempo na noite sergipana, destacando-se nas casas de shows "Cantuá" e "Kopo Gelado", sendo o fundador e vocalista da Banda "Água Furtada" durante a primeira metade da década de 90. A banda era composta por Rubens Lisboa no vocal,André Horta no baixo, Lula Benedi na guitarra e Marcelo Farjala na bateria. Com a "Água Furtada", Rubens fez o show de encerramento do "Fest-livre", um Festival de Música Popular por ele organizado durante três anos consecutivos e realizado no Teatro Atheneu Sergipense. Nos anos de 1990 a 1992, participou do Projeto "Seis e Meia", quando, além de cantar com artistas sergipanos, chegou a dividir o palco com o mineiro Lô Borges. Participou, ainda, do FEMUFS (Festival de Música Universitária), conseguindo o Prêmio de Destaque naquele evento.
Rubens Lisboa obteve ainda outras grandes conquistas como o show de lançamento do seu CD “Todas as tribos” lançado recentemente com Diogo Montalvão no teclado, Marcus Vinicius na guitarra e violão(ver biografia de Marcus Vinicius no blog), Robson Souza no baixo, Ricardo Bolinha na bateria, Júlio Rêgo na gaita, Pedrinho Mendonça na percussão e as irmãs Adriana e Nurimar assumindo os backing vocals. Essa formação já o acompanha desde os dois primeiros cd´s que foram o “Assim, Meio de Lua” e “Segundas Intenções”. Além dos cd´s, participou de inúmeros festivais dentro e fora do Estado, como o Festival de Verão realizado em Aracaju na Praia dos Artistas onde obteve o 1º lugar com a canção "Aluaran" através da interpretação de Amélia Daura; marcou presença também nas quatro edições do "Canta Nordeste". Sem contar os Festivais de Música realizados em cidades como Salvador (BA), Crato (CE), Teresina (PI), São Paulo (SP) e o FEMUCIC em Maringá(PR). Além dessas participações, teve vários shows, como algumas edições do Projeto Prata da Casa realizado em Aracaju. Rubens Lisboa fez uma míni-turnê no Rio de Janeiro e participou do CD “Ecos do São Francisco”, produzido em Salvador por Roberto Santana. Rubens Lisboa já teve inúmeras composições gravadas por outros artistas como Amorosa, Cris Emmel, Virgínia Fontes, Joésia Ramos, Chiko Queiroga, Marta Mari, Patrícia Polayne, Pantera e a internacional Ithamara Koorax.
Com relação às suas influências musicais, Rubens Lisboa tem como prediletos “Chico Buarque”, “Elis Regina”, “Maria Bethânia”, “Caetano Veloso”, “Elza Soares”, “Cazuza”, “Zizi Possi”, “Simone”, “Ithamara Koorax” e “Leila Pinheiro”, "Amorosa", "Virgínia Fontes", "Tânia Sevla", "Gena Ribeiro", "Patrícia Polayne", "Chico Queiroga",e "Antônio Carlos du Aracaju",mas nosso artista não está preocupado em se fixar num modelo estético. “Estilo é uma palavra que não existe no meu dicionário. Sou vários. Compartimentos estanques ficam melhor em supermercados”. O processo de criação das suas composições se dá de forma espontânea. “Quando a inspiração bate, não há lugar nem hora. É um momento mágico e urge registrá-lo a qualquer custo sob pena de perdê-lo para sempre”. No que diz respeito aos temas abordados em suas letras, Rubens costuma falar da vida e de experiências pessoais, mas em geral, não existem temas definidos. “Algumas letras são mais diretas, outras mais subjetivas. Algumas contam uma história, outras expressam sensações. Deixo todos os canais abertos”. De acordo com Rubens Lisboa a condição do artista no cenário local tem melhorado, mas ainda há muito espaço pra se conquistar.

O trabalho de Rubens Lisboa está à venda na CD Clube Locadora, localizada na Avenida Augusto Maynard, e na Casa do Artista, situada no Calçadão da Rua Laranjeiras.
Quem quiser entrar em contato com nosso artista é pelo e-mail rubens@infonet.com.br

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

ALEX SANT’ANNA


Alex Sant’Anna Nasceu em Ipiaú na Bahia e mora em Aracaju desde 1990. Sempre teve o sonho de ser músico, mas só ao chegar em Sergipe que começou a ter esse contato direto com a música, por isso que sempre fala que é Sergipano nascido na Bahia. Alex começou tocando numa banda de rock chamada “Vortical” em 93 assumindo o comando do baixo, tendo também Alysson na bateria, Amon na guitarra, e Mike no vocal. Ao mesmo tempo Alex “fazia” barzinho com Perla Bulhões e Ada Túlia. Desde o início, Alex se interessou por composição e por isso participou de diversos festivais como Novo canto, SesCanção, Prêmio Banese de Música entre outros. Em 2001 junto com Patrick e Márcio, montou a “NaurÊa”, que é o seu principal projeto hoje em dia. A "NaurÊa" é composta por Alex no triângulo, Patricktor4 no surdo e na caixa, Márcio de dona Litinha no vocal e no zabumba, Leo Airplane na sanfona, Abraão Gonzaga na guitarra, Aragão no cavaquinho, Alemão no baixo e Betinho Caixa D’Água na percussão.
Com a “NaurÊa” teve a oportunidade de participar de eventos importantes no Brasil como o Mercado Cultural em Salvador, Recbeat em Recife, Feira da Música Independente de Brasília, show no Panamericano do Rio de Janeiro. Fora do Brasil participou de eventos como show na programação oficial da Copa do Mundo da Alemanha no festival Summer Stage 2006, Juicy Beats 2007, Burh Herzberg Festival 2007 entre outros durante as duas turnês na Europa em 2006 e 2007. A “NaurÊa” apresenta “ O Sambaião” e se prepara para o lançamento do DVD Sambaião Vivo. A “NaurÊa” também se prepara para a gravação do CD “Allgazaha” e mais turnê da Europa.
No trabalho solo, Alex assume o vocal e o violão, acompanhado de Abraão Gonzaga na guitarra, Leo Airplane na sanfona e no teclado, Alemão no baixo e Arnaldo Silva na Bateria. Com seu trabalho solo, Alex lançou seu primeiro disco em 2004 chamado “Aplausos Mudos Vaias Amplificadas” gravado de março a junho de 2004 e participou do Porto Musical em Recife. Sua música “Poesia de Barro” entrou em duas coletâneas. A primeira chamada “Music From Northeast” que tinha intenção de divulgar a música nordestina em outros países. A partir dessa coletânea teve a oportunidade de participar de uma outra coletânea feita pela Luaka Bop, Selo de David Byrne, chamada “Wath’s happening in Pernambuco” que vai ser lançado nos EUA e Europa. Lançou uma Demo "O pop do forró" um EP "kda vez mais negaum", dois CDs, um chamado "Circular Cidade ou estudando o plágio" e o segundo que se chamará “Tralhas” no qual Alex Atualmente se prepara para a gravação. No cd "Tralhas" os arranjos são da "NauRêa".
Alex não se restringe ao seu leque de referências musicais. Mas de acordo com ele, as bandas e artistas que estão mais presentes em seu repertório são “Radiohead”, “Coldplay”, “Beck”, “Cake”, “Beirut”, “Björk”, “Tom Waits”, “Tom Zé”, “Karnak”, “Clara Nunes”, “Genival Lacerda”, “Cartola”, “Amy Winehouse”, “Antony And The Johnsons”, “DeVotchKa”, “Feist”, “Fiona Apple”, “Franz Ferdinand”, “Strokes”, “Gogol Bordello”, “Manu Chao”, “Orishas”, “Regina Spektor”, “Sufjan” “Stevens”, “Pato Fú”, “Lenine” e “Paulinho Moska”. As circunstâncias que ocorrem o processo de criação de Alex são indefinidas. “Não tenho um processo definido, componho andando, trabalhando, comendo e cagando”. Os temas que geralmente são abordados em suas composições são temas referentes a coisas da vida. “Gosto das coisas que aflingem o ser humano. Gosto muito de brincar com as palavras e com os sentimentos. Gosto de deixar um sorriso sem graça na cara das pessoas”. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Alex acredita que as dificuldades existem em qualquer lugar. “A condição do artista aqui é igual como de qualquer lugar. Ou o cara está antenado com as novidades do mundo tanto musicais como tecnológicas, ou ele fica pra trás. Não adianta ficar chorando. Tem que botar a mão na massa. O Cenário aqui não é pior do que o de recife por exemplo”.

O leitor pode encontrar o trabalho de Alex no site www.alexsantanna.com.br e no my space: www.myspace.com/alexsantanna.
Contatos diretos com Alex: o celular é (79) 9978-7735; pelo MSN: alexsantanna01@hotmail.com e outros emails como o contato@alexsantanna.com.br.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

DEJAIR BENJAMIM


Dejair Benjamim nasceu em Propriá/SE, em março de 1976. Atualmente é formando em Administração e Gerente Financeiro do Hospital Psiquiátrico São Marcello. Dejair Benjamim se interessou pelo heavy metal aos 12 anos e, dois anos depois, lança o fanzine “Fabulous Disaster”, com ótima repercussão no movimento underground sergipano, além de circulação em diversos outros Estados. Aos 16 anos muda-se para Aracaju, quando começa a estudar contrabaixo e, em janeiro de 1996, monta a banda de heavy metal “Tchandala”. A primeira formação da "Tchandala" era Pidele Menezes no vocal, Dejair Benjamim no baixo, Hudson Codô na bateria e Silvio Beiju na guitarra. Na segunda formação, sai Silvio Beiju, e acrescentam-se mais duas guitarras tocadas por Fabiano e Bruno Marques. Hudson Codô também sai dando lugar para André Moreira assumir a bateria. Na terceira e última formação a banda passa por algumas mudanças. Dejair Bonjamim assume o comando do vocal, a guitarra passa para Carlos Cardoso, Sandro Souza toca o baixo, André Moreira a bateria e James Freitas o teclado (Ver a biografia de James no blog). A “Tchandala” lançou as demos “The Beginning...” (1998) e “One Billion Light” (2001) e o CD independente “Fantastic Darkness” (2001) com divulgação nacional e com boa aceitação pela mídia especializada, como as revistas Rock Brigade, Roadie Crew, Vahalla, Rock Press. A “Tchandala” fez shows de abertura para importantes nomes do metal nacional como “Angra”, “Shaman”, “Viper”,“Dominus Praelii”, “Clamus”, “Predator”, “Krisiun”, “Andralls”, “Deadly Fate” e “Violator”. Paralelamente Dejair tocou contrabaixo na banda “Karne Krua”, em 1998, na qual gravou o CD demo “Máscaras para o Caos”. A "Karne Krua" era composta por Silvio Campos no vocal, Wendell Miranda na guitarra, Dejair Benjamim no Baixo e Val Lima na Bateria. Além desses projetos, Dejair Benjamim participou de diversas coletâneas nacionais e do Tributo de bandas brasileiras à banda norte-americana “Anthrax” com a música “Among the Living”.
As influências musicais de Dejair Benjamim são as bandas dos anos 1980, tais como “Dio”, “Wasp”, “Twisted Sister”, “Judas Priest”, “Black Sabbath”, “Deep Purple”, “Iron Maiden”, “Metallica”, “Testament”, dentre outras. As temáticas abordadas geralmente nas letras dizem respeito a sentimentos como amor, ódio, solidão, situações cotidianas, visão do mundo atual, etc. No que se refere à condição do artista no cenário local, Dejair observa que o cenário sergipano é um dos mais ricos e diversificados, mas que segundo nosso artista, "são grupos que vivem do "faça você mesmo", sozinhos e independentes e que seguram toda a cena local". De acordo com Dejair, "se os artistas tivessem um apoio mais forte e fossemos reconhecidos pelos grandes empresários e midias locais fariamos uma alavancagem na cultura underground sergipana".

Contatos para Dejair Benjamim são: celular(79) 9906-9944; e-mail:dbenjamim@gmail.com

ALYSSON


Alysson nasceu em Aracaju, mas boa parte da sua infância e adolescência passou em Simão Dias,voltando depois para Aracaju onde mora a nove anos. O interesse de Alysson pela música começou ainda em Simão Dias. Ao longo de sua infância seu pai ouvia artistas como Paulo Sérgio, Paulinho da Viola e Luiz Gonzaga. Ainda nessa fase, nosso artista já escutava o rock brasileiro e internacional dos oitenta pelo rádio e pela TV, além de ter flertado com o axé music no final dessa mesma década, ouvindo “Banda Reflexu’s”, “Banda Mel”, “Banda Beijo”, “Asa de Águia”, “Daniela Mercury”, “Margareth Menezes”, “Chiclete com Banana”. De acordo com Alysson esse momento foi rápido, pois logo em seguida foi entrando na fase em que ouvia rock como “Nirvana”, “Guns n’ Roses”, “Metallica”, “Pantera”, “Raimundos”, “Sepultura”, “Planet Hemp”.
Em 97 Alysson participou da banda “Holocausto” que tocava covers do rock brasileiro dos anos oitenta. A “Holocausto” era formada por Paulo na bateria, Fernando no baixo, João nos teclados, Marcelo no violão e na guitarra e Alysson e Pedro nos vocais. Depois do término da “Holocausto”, formou a “Mundo Básico” junto com Pezão e Hipólito. A “Mundo Básico”, além de Alysson como vocal, é composta também por Adriano Pezão no baixo; Hipólito na Guitarra base; Clébson na guitarra solo e André Pererê, bateria. Na primeira formação Paulo assumia o controle da bateria. Mesmo integrando na ‘Mundo Básico”, Alysson fez parte durante uns dois anos da banda de Lagarto chamada “Tchau Radar!” integrando no vocal. Essa banda tocava somente covers. A “Tchau Radar!”era formada também por Gilvan na bateria, Cleiton nos teclados, Frankilin na guitarra e Ivo no baixo. Atualmente Alysson continua integrando a “Mundo Básico”. Pra quem não sabe, a “Mundo Básico” é uma banda que já tive oportunidade de falar a respeito na minha coluna sobre música no cinform online. A banda tem o estilo pop-rock, porém, outras estéticas transitam livremente ao longo do trabalho. “Nas nossas músicas temos elementos de punk, de pop, de samba-rock, funk, reggae, xote”. As letras falam sobre relações entre as pessoas, sejam eles expressando individualismo, desejo, amor ou sexo. Por outro lado, algumas composições giram em torno de temas relacionados à cidade de Simão Dias como as músicas “Mário (Zé Preguiça)”, “Dade” e “Mingo Fuma”. Quanto a shows, a “Mundo Básico”, além de ter tocado em festas independentes, participou também de outros projetos como “Mundo Rock Interior” em 2006, no “Encontro da diversidade cultural – ENDIC” em 2007 em Simão Dias, no “Aniversário da Rua da Cultura” também em 2007 e participará do “Crioulu’s Music” que será realizado nesse final de semana no povoado Campo do Crioulo em Lagarto.
As influências musicais de Alysson, além das já citadas anteriormente são: “Raul Seixas”, “Arnaldo Antunes”, “Nação Zumbi”, “Eddie”, “Mundo Livre S/A”, “Caetano”, “Tom Zé”, “Gilberto Gil”. As circunstâncias em que ocorre o processo de criação das composições de Alysson é indeterminado. “O processo de composição pode passar por uma idéia que tenho na rua caminhando, como durante o ensaio. Em síntese: não tem lugar e nem hora para acontecer, surge!”. No que diz respeito à situação do artista sergipano, Alysson não enxerga uma realidade muito animadora. “Como integrante de uma banda do interior vejo as dificuldades em tocar por lá. Creio que as dificuldades existem em todos os lugares, mas o lance é tentar procurar o seu público através de outros meios. A Internet está aí para ajudar nessa empreitada. Se ficarmos apenas nos lamentando sobre a situação local do artista, não mudaremos”.
A “Mundo Básico” ainda não possui material gravado, mas espera em breve anunciar o lançamento da demo. Os caras estão se programando pra gravar a demo esse ano.

O leitor que tiver interesse em entrar em contato com Alysson: o celular é 99613600, o e-mail: alyssoncristian79@hotmail.com e o orkut é Alysson.Rocha. A comunidade da Mundo Básico no orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=8245961.

RAFAEL GOUVEIA


"Não adianta tentar me impedir/O que mais quero é sumir daqui/Mas não me importa quem vai ficar/O que eu quero é poder voar". Esse foi um dos trechos de sua composição que ele me enviou por e-mail para eu musicar.
Pra quem não o conhece, ele se chama Rafael Gouveia. Artista Sergipano que assume o comando no baixo. Rafael nasceu em Aracaju em 1982 no Conjunto Assis Chatobrean (Bugio), em setembro de 1982.A influência da música na vida de Rafael vem desde a sua infância. “Sempre ouvi meu pai tocar violão em casa, em igrejas e ouvi muita música principalmente seresta. Meu irmão mais velho que me apresentou a um som mais pesado, em especial, o Heavy Metal, que é o que eu curto realmente até hoje”. Rafael vem de uma família onde se encontram alguns artistas, como Raquel Leite e Vina Torto, entre outros que tocam algum instrumento, entre família.
As influências musicais de Rafael são: Manowar, Iced Earth, Running Wild, Grave Digger, música Celta, bandas como Twisted Sister, Scorpions, Bon Jovi, Europe, Mago de Oz, Journey e outros no estilo Hard rock, sem contar com as nacionais Velhas Virgens, Camisa de Vênus, Mamonas Assassinas, Matanza.
Desde 2000 Rafael anda pela estrada da música. Começou tocando Heavy metal passando por bandas como "Black Heart” tocando repertórios do metal e em especial Iron Maiden e Black Sabbath. A banda era composta por Tony no vocal, Eduardo X na guitarra, Isaac na guitarra e Maicon na bateria. Posteriormente Issac saiu dando lugar a Paulo Pé de pano. Além da “Black heart”, Rafael tocou na “Gotic Romence”, banda autoral, que tinha Daniel na guitarra, Igor na guitarra, Eribaldo no teclado, Maicon na bateria e Tiago Aranha no vocal e participou também da “Dark Clouds” que tocava metal, principalmente Gamma Ray e Iron Maiden. A “Dark Clouds” era composta por Marquinhos no vocal, Andreo na guitarra, Rick na guitarra. Na primeira formação a bateria foi assumida por Adriano, depois Kilbert e por último Danilo.
Como boa parte dos artistas inseridos no cenário musical local, Rafael precisou se expandir em outros territórios estéticos passando a tocar pop rock em 2006. Atualmente nosso artista faz parte da banda “Lullaby” que é composta por Unika (vocal), Môica (bateria), Andreo (guitarra), Kilmer (guitarra).De acordo com ele, Sergipe não dá condições para o artista crescer profissionalmente na música. “Se você quiser viver de música é melhor sair do Estado, aqui não tem condições(...)a não ser que seja como eu que toca por prazer. Se você for olhar, aqui o pessoal que é chamado de profissional tem um trabalho fixo pra se manter, a música é uma espécie de complemento mesmo para os grandes de Sergipe”.

quem tiver interesse em estabelecer contatos com Rafael, o seu e-mail é: rafafgouveia@hotmail.com; Orkut: Rafael Gouveia; cel: 99973766.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

ANDRÉ


Ele é integrante de uma das bandas de metal mais admiradas do cenário local. Seu nome é André. Desde a sua adolescência André gosta de rock. Em 1988, conheceu o heavy metal e seus seguimentos. Conheceu o som do “Kiss”, “Iron Maiden”, “Metallica” e do “Sepultura”. Com o tempo foi conhecendo mais bandas de rock e conhecendo outros estilos musicais, como o Blues, Jazz, Psicodelismo. Em 1990 comprou seu primeiro e único violão e começou a tentar tirar as músicas de ouvido. Em 1994 comprou sua primeira guitarra. Um tempo depois, seu pai apareceu com um teclado. Só depois é que foi entender alguma coisa de partitura. Formou uma banda de doom metal com Wilson do Boicapeta na outra guitarra, Alexandre que hoje é baterista da “Scarlet Peace”, Adriano no baixo, e Eduardo que atualmente é conhecido como DJ Montezuma e vocalista da banda “Java”. Esta banda não durou, nem teve nome. Em 1997/1998 André tocou guitarra na “Hazy”, banda de trash metal. “esta banda não chegou a gravar nada nem fazer shows”. A “Hazy” era composta por Ivan na guitarra, Adriano no baixo e Julio na bateria. Júlio que tocou na “Warlord” e atualmente toca na banda “Alapada”.
Foi com o doom metal da “Scarlet Peace” em 1996 que André teve o seu projeto mais concretizado. A “Scarlet Peace” primeiramente foi composta por André na guitarra e nos teclados, Alexandre na bateria, Paulo no baixo, Ricardo na guitarra e Eduardo no vocal. Posteriormente entrou Fabrício para assumir os teclados. Eduardo ao sair da banda, fez com que André passasse a fazer os vocais e a guitarra. “Depois o Fabrício teve que se mudar para São Paulo junto com a família. Aí, fiquei com as funções de tocar guitarra, teclado e vocal”. A “Scarlet Peace” lançou a primeira demo em 1998 chamada Everything Will Die. Depois de fazer muitos shows por vários lugares, em 2004 a “Scarlet Peace” lança o CD Into The mind’s Labyrinth. No ano de 2007, entra para a formação o tecladista Anderson. Atualmente a banda está batalhando para em 2008 lançar o próximo CD.
As influências musicas de André são: “Anathema” “Paradise Lost”, “Amorphis”, “My Dying Bride”, “Saturnus”, “Black Sabbath”, “Pink Floyd”, “Metallica”, “Megadeth”, “Sepultura”, “Iron Maiden” e “Slayer”. É importante lembrar que essas são as influências mais fortes de André, mas no geral, esse nosso querido artista tem um leque vasto de referências musicais. Como ele mesmo nos diz, “ as influências são muitas. Se for falar todas, vou passar dias citando nomes”. Os temas que geralmente são abordados nas composições dizem respeito à auto-reflexão. “Falamos muito sobre tristeza, raiva e tudo que é sentimento”. No que diz respeito ao processo de criação das composições, André diz que “a inspiração para compor algo pode surgir a qualquer momento, ou pode não surgir quando se espera. Às vezes caminhando na rua surge na cabeça um tema ou uma melodia. Muitas vezes, as melodias surgem tocando o que vier na cabeça, improvisando só ou junto com o pessoal da banda”. Com relação à condição do artista no cenário local, André, observa que falta apoio para as produções locais, mas nosso artista não desiste e acredita na sinceridade com que faz o seu trabalho. “Você sabe que não é nada fácil, mas com ou sem apoio, sendo fácil ou difícil, continuarei a fazer o que gosto, pois é a música que me faz sentir bem. Não me vejo vivendo sem fazer o que faço”.

O trabalho da banda está em sua home page www.scarletpeace.com.br; no myspace: www.myspace.com/scarletpeace;. Quem quiser assistir ao clipe é só acessar o youtube: http://www.youtube.com/watch?v=UmmMiu4OgY4 . o CD e a camisa da banda ainda podem ser encontrados na Freedom Records ( Aracaju/SE), Heavy Metal Rock ( Americana/SP), Maniac Records ( Salvador/BA), Aplace Records (Porto Alegre/RS).
O leitor que tiver interesse em entrar em contato com nosso artista por telefone é (79) 3246-6633 e (79) 8822-8305; seu e-mail andré@scarletpeace.com.br, por MSN andrescarletpeace@hotmail.com e por Orkut http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=17801231986541790640 .

JAMES FREITAS


James Freitas nasceu em Aracaju e começou seus estudos de piano clássico aos 10 anos de idade com o professor Daniel Freire da UFBA com quem estudou até os 20 anos. Aos 14 anos James integrava bandas de MPB, pop, dentre outras. Aos 18 anos foi convidado por Felipe Tiburcio para assistir um ensaio da sua banda de metal melódico, e fazer um teste para tecladista. Ao assistir o ensaio, aceitou o desafio e passou a fazer parte da banda de Heavy Metal “Vórtice”, da qual foi integrante por 1 ano. A “Vórtice”, além de James no teclado, era composta por Felipe Tiburcio na guitarra, Marcelo Menezes no vocal, Djalma Moreira no baixo, Marcel Cesar na guitarra e Alex Spirro na bateria. Após o término da banda, foi convidado a integrar a banda sergipana “Tchandala”. A composição da "Tchandala": Dejair Benjamim no vocal (ver biografia de Dejair Benjamim no blog), Carlos Cardoso na guitarra, Sandro Souza no baixo e Andre Moreria na bateria. Com a "Tchandala", gravou o CD “Fantastic Darkness”, e participou do show de abertura para a banda “Angra” em Aracaju. Logo em seguida foi convidado a integrar um outro grupo já consagrado do cenário sergipano, a “Warlord”, onde até o presente momento continua sendo integrante. A “Warlord” tem como formação: George Oliveira no vocal, Otavio Junior na guitarra, João Paulo na guitarra, Milton Morais no baixo e Julio Fonseca na bateria. A banda está processo de gravação do cd “Land of Agony”. James Freitas fez parte também de projetos como o da "Orquestra Filarmônica de Sergipe" e trabalhos com bandas de baile com as quais sempre viajou pra outros Estados fazendo shows em Alagoas, Pernambuco, Maranhão, Bahia e Minas Gerais. Por volta de julho de 2005, recebeu o convite para fazer parte de um novo projeto de metal, que tinha à frente Marcelo Menezes, seu antigo companheiro na “Vórtice”. Aceitando o desafio passou a fazer parte da banda que se chamou “Finitude”. Nosso querido James também participou em meados de 2003 da “Please No!” com Alexandre Marreta na guitarra, Lucio Poconé no baixo, Thiago Babalu na bateria e Diego no vocal. James faz parte também de um projeto com “Isack Borges” com Isack Borges no violão e no vocal, Irlan Jorney na guitarra, Fradinho no baixo, Rony na bateria e Tom Toy na percussão.James também participa de um projeto chamado “Nightquest”. Esse projeto tem como formação Vanessa Fernandes no vocal, Eduardo Paz na guitarra, Junior Fantasma no baixo e Ednardo Paz na bateria.O projeto “Nightquest” está preparando alguns shows fora do Estado e o lançamento de uma demo. Depois de todos esses projetos, James não se cansa e ainda participa de um projeto chamado "Blind Spell" onde é feito um tributo ao "Shaman" formado por Marcelo Menezes no vocal, Thamise Santana na guitarra, Bruno Magnani no baixo e Leandro Menezes na bateria.
James Freitas trabalhou inclusive gravando pra bandas de outros estilos em Aracaju, onde adquiriu a sua maturidade e ampliação dos horizontes musicas. Uma série de artistas renomados já trabalhou com James Freitas. Só para citar alguns: Lelo Almeida com Evandro Shiruder na guitarra, Lelo no vocal, Gutierre de la Pena no Baixo e Julio Fonseca na bateria; participou também de projetos com Luíz Fontinelli com Luiz Fontineli no violão e no vocal, Alex Victor na guitarra, Gutierre de la Pena no baixo e Ricardo Bolinha na bateria e Gentil Leite no trompete; na “Kannibal” tocou com João Paulo na guitarra, Zé Milton no Baixo, Thiago Babalu na bateria e Claudio Gama no vocal. Outro projeto foi a “Hemisférios" formada por Zé Milton no vocal e no baixo, Marcus Vinícius na guitarra (ver biografia de Marcus Vinicius no blog) e Rominho na Bateria. Participou da “Mr. Brown” com Nathan Nunes na guitarra,Sergio Renato no vocal, Max Augusto no Baixo, e Edney na Bateria.
Atualmente James está se dedicando às aulas e a produção de sua primeira Demo com faixas instrumental. “Mostro um pouco de minha influência que vai desde o clássico, a mpb e o rock(...)penso em divulgá-lo em vários sites e revistas”. Detalhe: o trabalho terá uma releitura de um artista de nome nacional.
Como se observa, o trabalho de James Freitas não se resume a um estilo. Sua produção vai da música clássica, a mpb, passando pelo rock e pelo blues. Com relação ao seu processo de criação, James afirma que não existe uma regra definida para criar seu trabalho. “No momento que tenho alguma idéia passo a registrá-la no meu pc e depois junto as composições”. Com relação à condição do artista no cenário local, James atribui reclama do pouco incentivo que se é dado ao artista local. “Infelizmente o cenário local é muito restrito pelo fato de que o incentivo é muito baixo fazendo com que as bandas procurem outro mercado para trabalhar”.

Quem tiver interesse em entrar em contato com James Freitas é só procurá-lo no Orkut http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=4843011794533313641, seu e-mail é: jamesfreitas1983@yahoo.com.br e seu celular (79)8101-9150. Seu trabalho ainda não está disponível, porém, logo vai estar no link www.myspace.com/jamesaju.
O trabalho do "Blind Spell" se encontra no http://rapidshare.com/files/82122083/ShamanCover_Here_I_Am.mp3; no http://rs146.rapidshare.com/files/82341458/Shaman_Cover_-_Blind_Spell.mp3. O profile no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=40864436


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