segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

CARLOS CARDOSO


Carlos Francisco Pereira Cardoso nasceu em Santos / SP, em julho de 1974. Atualmente é engenheiro civil formado pela Universidade Federal de Sergipe – UFS, com especializações nas áreas de Engenharia de Custos e Gestão da Construção Civil. Trabalha na J. Nunes Construções em Aracaju na área de orçamentos, custos e planejamento de obras civis. Carlos desde pequeno gostou muito de música. Quando ainda criança nos primeiros anos da década de 80, seu primeiro contato com música foi aproveitando o eclético e bom gosto de seu pai através dos bons e velhos lp’s de bandas como “Moraes Moreira”, “Trio Elétrico Dodô e Osmar”, “Elton John”, “Beatles”, “ABBA”, “Queen”, “Deep Purple”, “Santana”, “Alice Cooper”, “Kiss”, entre outros. Aos 8 anos já ensaiava os primeiros toques em um velho violão. Nessa época passava horas a fio em frente ao televisor apreciando as imagens e sons de vídeos clipes musicais “imitando” os guitarristas com o velho violão empunhado em mãos. Na segunda metade dos anos oitenta já tomava aulas particulares de violão e guitarra e passou a ter efetivamente contato com a compra de lp’s e cd’s de suas bandas favoritas que a esta altura eram encabeçadas por “Metallica”, “Iron Maiden”, “Megadeth”, entre outras. Mas foi em 1988, em uma saída despretensiosa de casa a fim de trocar um LP numa loja especializada de Santos, que o jovem aspirante à guitarrista escutou pela primeira vez “Yngwie Malmsteen” através de um cd japonês que o dono da loja de discos mostrava orgulhosamente aos seus clientes como fruto de uma recente viagem à terra do sol nascente: “Quando pisei na loja, aquele som foi simplesmente maravilhoso e hipnótico, nunca mais senti algo parecido dentro do universo da música...”. A música em questão era “Black Star”, um instrumental que na época já era consagrada como uma das célebres composições do guitarrista Sueco. Desde então a guitarra fez efetivamente parte de sua vida. Depois de passar por pequenas bandas e algumas “aventurais musicais”, entra ao final dos anos 90 para “Tchandala”, um dos ícones do bom metal sergipano onde está desde então. A “Tchandala”que é composta por Dejair Bonjamim (ver a biografia de Dejair Bonjamim no blog) no vocal, Carlos Cardoso na guitarra, Sandro Souza toca no baixo, André Moreira na bateria e James Freitas no teclado (Ver a biografia de James Freitas no blog). Segundo nosso artista, a "Tchandala" “é uma banda que traz muita alegria pra gente e reconhecimento. É um grande prazer estar nela.”. Na “Tchandala” Carlos contribuiu com os últimos hits de sucesso, ajudando a imprimir um estilo intitulado por alguns como “Old Metal”, que seria uma alusão à forte influência dos músicos da banda em grandes sucessos do rock dos anos 80. Apesar da música ter de ser tratada como uma espécie de hobby em sua vida, nunca deixou de ser lavada à sério: “Apesar de não poder ficar 24 horas com a guitarra em mãos, sempre procuro me aperfeiçoar e manter contato diariamente com a música e com a guitarra, minha paixão incondicional. Tocarei até o fim de minha vida. Hoje sei que já tenho o melhor equipamento que o dinheiro pode comprar e mesmo assim continuarei buscando sempre melhorar mais e mais, além é claro, de continuar levando minha contribuição à grande Tchandala”. Quanto ao cenário sergipano diz: “Bem, tocar heavy metal no Brasil e ganhar a vida financeiramente com isso já é difícil. Em Sergipe isso se torna algo em torno do impossível, mas o prazer e a paixão pela música estão muito além dessa dificuldade. Prefiro não pensar na música como condição de sobrevivência, e sim de qualidade de vida.”.

Contatos para Carlos Cardoso são: celular (79) 9971 7625; e-mail: eng.carlos.francisco@gmail.com

Nenhum comentário: