sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

RUBENS LISBOA


Rubens Lisboa nasceu em Aracaju-Sergipe e sempre se identificou com artes em geral. Atualmente esse artista possui mais de quinhentas composições. Rubens começou escrevendo poesias e pequenos textos para teatro. Tinha certeza de que a música seria a mola propulsora da sua vida após assistir a um show da cantora Marlene pelo Projeto Pixinguinha, no final da década de setenta no Teatro Atheneu. Em 1986, pisou pela primeira vez num palco como intérprete. Isso aconteceu no show "Dez-colagem", uma iniciativa inédita de vários artistas sergipanos que, à época, começavam as suas carreiras e formaram a famosa "Que banda é essa...?" A partir daí, participou também de diversos eventos como artista convidado, já cantando suas próprias composições, além de interpretar canções de outros autores. Foi o caso, por exemplo, do show de encerramento do 1º Festival de Música Ecológica, realizado pela Universidade Federal de Sergipe e também do que ocorreu na 2ª Semana Interna de Arte da Petrobrás.Rubens Lisboa cantou durante algum tempo na noite sergipana, destacando-se nas casas de shows "Cantuá" e "Kopo Gelado", sendo o fundador e vocalista da Banda "Água Furtada" durante a primeira metade da década de 90. A banda era composta por Rubens Lisboa no vocal,André Horta no baixo, Lula Benedi na guitarra e Marcelo Farjala na bateria. Com a "Água Furtada", Rubens fez o show de encerramento do "Fest-livre", um Festival de Música Popular por ele organizado durante três anos consecutivos e realizado no Teatro Atheneu Sergipense. Nos anos de 1990 a 1992, participou do Projeto "Seis e Meia", quando, além de cantar com artistas sergipanos, chegou a dividir o palco com o mineiro Lô Borges. Participou, ainda, do FEMUFS (Festival de Música Universitária), conseguindo o Prêmio de Destaque naquele evento.
Rubens Lisboa obteve ainda outras grandes conquistas como o show de lançamento do seu CD “Todas as tribos” lançado recentemente com Diogo Montalvão no teclado, Marcus Vinicius na guitarra e violão(ver biografia de Marcus Vinicius no blog), Robson Souza no baixo, Ricardo Bolinha na bateria, Júlio Rêgo na gaita, Pedrinho Mendonça na percussão e as irmãs Adriana e Nurimar assumindo os backing vocals. Essa formação já o acompanha desde os dois primeiros cd´s que foram o “Assim, Meio de Lua” e “Segundas Intenções”. Além dos cd´s, participou de inúmeros festivais dentro e fora do Estado, como o Festival de Verão realizado em Aracaju na Praia dos Artistas onde obteve o 1º lugar com a canção "Aluaran" através da interpretação de Amélia Daura; marcou presença também nas quatro edições do "Canta Nordeste". Sem contar os Festivais de Música realizados em cidades como Salvador (BA), Crato (CE), Teresina (PI), São Paulo (SP) e o FEMUCIC em Maringá(PR). Além dessas participações, teve vários shows, como algumas edições do Projeto Prata da Casa realizado em Aracaju. Rubens Lisboa fez uma míni-turnê no Rio de Janeiro e participou do CD “Ecos do São Francisco”, produzido em Salvador por Roberto Santana. Rubens Lisboa já teve inúmeras composições gravadas por outros artistas como Amorosa, Cris Emmel, Virgínia Fontes, Joésia Ramos, Chiko Queiroga, Marta Mari, Patrícia Polayne, Pantera e a internacional Ithamara Koorax.
Com relação às suas influências musicais, Rubens Lisboa tem como prediletos “Chico Buarque”, “Elis Regina”, “Maria Bethânia”, “Caetano Veloso”, “Elza Soares”, “Cazuza”, “Zizi Possi”, “Simone”, “Ithamara Koorax” e “Leila Pinheiro”, "Amorosa", "Virgínia Fontes", "Tânia Sevla", "Gena Ribeiro", "Patrícia Polayne", "Chico Queiroga",e "Antônio Carlos du Aracaju",mas nosso artista não está preocupado em se fixar num modelo estético. “Estilo é uma palavra que não existe no meu dicionário. Sou vários. Compartimentos estanques ficam melhor em supermercados”. O processo de criação das suas composições se dá de forma espontânea. “Quando a inspiração bate, não há lugar nem hora. É um momento mágico e urge registrá-lo a qualquer custo sob pena de perdê-lo para sempre”. No que diz respeito aos temas abordados em suas letras, Rubens costuma falar da vida e de experiências pessoais, mas em geral, não existem temas definidos. “Algumas letras são mais diretas, outras mais subjetivas. Algumas contam uma história, outras expressam sensações. Deixo todos os canais abertos”. De acordo com Rubens Lisboa a condição do artista no cenário local tem melhorado, mas ainda há muito espaço pra se conquistar.

O trabalho de Rubens Lisboa está à venda na CD Clube Locadora, localizada na Avenida Augusto Maynard, e na Casa do Artista, situada no Calçadão da Rua Laranjeiras.
Quem quiser entrar em contato com nosso artista é pelo e-mail rubens@infonet.com.br

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

ALEX SANT’ANNA


Alex Sant’Anna Nasceu em Ipiaú na Bahia e mora em Aracaju desde 1990. Sempre teve o sonho de ser músico, mas só ao chegar em Sergipe que começou a ter esse contato direto com a música, por isso que sempre fala que é Sergipano nascido na Bahia. Alex começou tocando numa banda de rock chamada “Vortical” em 93 assumindo o comando do baixo, tendo também Alysson na bateria, Amon na guitarra, e Mike no vocal. Ao mesmo tempo Alex “fazia” barzinho com Perla Bulhões e Ada Túlia. Desde o início, Alex se interessou por composição e por isso participou de diversos festivais como Novo canto, SesCanção, Prêmio Banese de Música entre outros. Em 2001 junto com Patrick e Márcio, montou a “NaurÊa”, que é o seu principal projeto hoje em dia. A "NaurÊa" é composta por Alex no triângulo, Patricktor4 no surdo e na caixa, Márcio de dona Litinha no vocal e no zabumba, Leo Airplane na sanfona, Abraão Gonzaga na guitarra, Aragão no cavaquinho, Alemão no baixo e Betinho Caixa D’Água na percussão.
Com a “NaurÊa” teve a oportunidade de participar de eventos importantes no Brasil como o Mercado Cultural em Salvador, Recbeat em Recife, Feira da Música Independente de Brasília, show no Panamericano do Rio de Janeiro. Fora do Brasil participou de eventos como show na programação oficial da Copa do Mundo da Alemanha no festival Summer Stage 2006, Juicy Beats 2007, Burh Herzberg Festival 2007 entre outros durante as duas turnês na Europa em 2006 e 2007. A “NaurÊa” apresenta “ O Sambaião” e se prepara para o lançamento do DVD Sambaião Vivo. A “NaurÊa” também se prepara para a gravação do CD “Allgazaha” e mais turnê da Europa.
No trabalho solo, Alex assume o vocal e o violão, acompanhado de Abraão Gonzaga na guitarra, Leo Airplane na sanfona e no teclado, Alemão no baixo e Arnaldo Silva na Bateria. Com seu trabalho solo, Alex lançou seu primeiro disco em 2004 chamado “Aplausos Mudos Vaias Amplificadas” gravado de março a junho de 2004 e participou do Porto Musical em Recife. Sua música “Poesia de Barro” entrou em duas coletâneas. A primeira chamada “Music From Northeast” que tinha intenção de divulgar a música nordestina em outros países. A partir dessa coletânea teve a oportunidade de participar de uma outra coletânea feita pela Luaka Bop, Selo de David Byrne, chamada “Wath’s happening in Pernambuco” que vai ser lançado nos EUA e Europa. Lançou uma Demo "O pop do forró" um EP "kda vez mais negaum", dois CDs, um chamado "Circular Cidade ou estudando o plágio" e o segundo que se chamará “Tralhas” no qual Alex Atualmente se prepara para a gravação. No cd "Tralhas" os arranjos são da "NauRêa".
Alex não se restringe ao seu leque de referências musicais. Mas de acordo com ele, as bandas e artistas que estão mais presentes em seu repertório são “Radiohead”, “Coldplay”, “Beck”, “Cake”, “Beirut”, “Björk”, “Tom Waits”, “Tom Zé”, “Karnak”, “Clara Nunes”, “Genival Lacerda”, “Cartola”, “Amy Winehouse”, “Antony And The Johnsons”, “DeVotchKa”, “Feist”, “Fiona Apple”, “Franz Ferdinand”, “Strokes”, “Gogol Bordello”, “Manu Chao”, “Orishas”, “Regina Spektor”, “Sufjan” “Stevens”, “Pato Fú”, “Lenine” e “Paulinho Moska”. As circunstâncias que ocorrem o processo de criação de Alex são indefinidas. “Não tenho um processo definido, componho andando, trabalhando, comendo e cagando”. Os temas que geralmente são abordados em suas composições são temas referentes a coisas da vida. “Gosto das coisas que aflingem o ser humano. Gosto muito de brincar com as palavras e com os sentimentos. Gosto de deixar um sorriso sem graça na cara das pessoas”. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Alex acredita que as dificuldades existem em qualquer lugar. “A condição do artista aqui é igual como de qualquer lugar. Ou o cara está antenado com as novidades do mundo tanto musicais como tecnológicas, ou ele fica pra trás. Não adianta ficar chorando. Tem que botar a mão na massa. O Cenário aqui não é pior do que o de recife por exemplo”.

O leitor pode encontrar o trabalho de Alex no site www.alexsantanna.com.br e no my space: www.myspace.com/alexsantanna.
Contatos diretos com Alex: o celular é (79) 9978-7735; pelo MSN: alexsantanna01@hotmail.com e outros emails como o contato@alexsantanna.com.br.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

DEJAIR BENJAMIM


Dejair Benjamim nasceu em Propriá/SE, em março de 1976. Atualmente é formando em Administração e Gerente Financeiro do Hospital Psiquiátrico São Marcello. Dejair Benjamim se interessou pelo heavy metal aos 12 anos e, dois anos depois, lança o fanzine “Fabulous Disaster”, com ótima repercussão no movimento underground sergipano, além de circulação em diversos outros Estados. Aos 16 anos muda-se para Aracaju, quando começa a estudar contrabaixo e, em janeiro de 1996, monta a banda de heavy metal “Tchandala”. A primeira formação da "Tchandala" era Pidele Menezes no vocal, Dejair Benjamim no baixo, Hudson Codô na bateria e Silvio Beiju na guitarra. Na segunda formação, sai Silvio Beiju, e acrescentam-se mais duas guitarras tocadas por Fabiano e Bruno Marques. Hudson Codô também sai dando lugar para André Moreira assumir a bateria. Na terceira e última formação a banda passa por algumas mudanças. Dejair Bonjamim assume o comando do vocal, a guitarra passa para Carlos Cardoso, Sandro Souza toca o baixo, André Moreira a bateria e James Freitas o teclado (Ver a biografia de James no blog). A “Tchandala” lançou as demos “The Beginning...” (1998) e “One Billion Light” (2001) e o CD independente “Fantastic Darkness” (2001) com divulgação nacional e com boa aceitação pela mídia especializada, como as revistas Rock Brigade, Roadie Crew, Vahalla, Rock Press. A “Tchandala” fez shows de abertura para importantes nomes do metal nacional como “Angra”, “Shaman”, “Viper”,“Dominus Praelii”, “Clamus”, “Predator”, “Krisiun”, “Andralls”, “Deadly Fate” e “Violator”. Paralelamente Dejair tocou contrabaixo na banda “Karne Krua”, em 1998, na qual gravou o CD demo “Máscaras para o Caos”. A "Karne Krua" era composta por Silvio Campos no vocal, Wendell Miranda na guitarra, Dejair Benjamim no Baixo e Val Lima na Bateria. Além desses projetos, Dejair Benjamim participou de diversas coletâneas nacionais e do Tributo de bandas brasileiras à banda norte-americana “Anthrax” com a música “Among the Living”.
As influências musicais de Dejair Benjamim são as bandas dos anos 1980, tais como “Dio”, “Wasp”, “Twisted Sister”, “Judas Priest”, “Black Sabbath”, “Deep Purple”, “Iron Maiden”, “Metallica”, “Testament”, dentre outras. As temáticas abordadas geralmente nas letras dizem respeito a sentimentos como amor, ódio, solidão, situações cotidianas, visão do mundo atual, etc. No que se refere à condição do artista no cenário local, Dejair observa que o cenário sergipano é um dos mais ricos e diversificados, mas que segundo nosso artista, "são grupos que vivem do "faça você mesmo", sozinhos e independentes e que seguram toda a cena local". De acordo com Dejair, "se os artistas tivessem um apoio mais forte e fossemos reconhecidos pelos grandes empresários e midias locais fariamos uma alavancagem na cultura underground sergipana".

Contatos para Dejair Benjamim são: celular(79) 9906-9944; e-mail:dbenjamim@gmail.com

ALYSSON


Alysson nasceu em Aracaju, mas boa parte da sua infância e adolescência passou em Simão Dias,voltando depois para Aracaju onde mora a nove anos. O interesse de Alysson pela música começou ainda em Simão Dias. Ao longo de sua infância seu pai ouvia artistas como Paulo Sérgio, Paulinho da Viola e Luiz Gonzaga. Ainda nessa fase, nosso artista já escutava o rock brasileiro e internacional dos oitenta pelo rádio e pela TV, além de ter flertado com o axé music no final dessa mesma década, ouvindo “Banda Reflexu’s”, “Banda Mel”, “Banda Beijo”, “Asa de Águia”, “Daniela Mercury”, “Margareth Menezes”, “Chiclete com Banana”. De acordo com Alysson esse momento foi rápido, pois logo em seguida foi entrando na fase em que ouvia rock como “Nirvana”, “Guns n’ Roses”, “Metallica”, “Pantera”, “Raimundos”, “Sepultura”, “Planet Hemp”.
Em 97 Alysson participou da banda “Holocausto” que tocava covers do rock brasileiro dos anos oitenta. A “Holocausto” era formada por Paulo na bateria, Fernando no baixo, João nos teclados, Marcelo no violão e na guitarra e Alysson e Pedro nos vocais. Depois do término da “Holocausto”, formou a “Mundo Básico” junto com Pezão e Hipólito. A “Mundo Básico”, além de Alysson como vocal, é composta também por Adriano Pezão no baixo; Hipólito na Guitarra base; Clébson na guitarra solo e André Pererê, bateria. Na primeira formação Paulo assumia o controle da bateria. Mesmo integrando na ‘Mundo Básico”, Alysson fez parte durante uns dois anos da banda de Lagarto chamada “Tchau Radar!” integrando no vocal. Essa banda tocava somente covers. A “Tchau Radar!”era formada também por Gilvan na bateria, Cleiton nos teclados, Frankilin na guitarra e Ivo no baixo. Atualmente Alysson continua integrando a “Mundo Básico”. Pra quem não sabe, a “Mundo Básico” é uma banda que já tive oportunidade de falar a respeito na minha coluna sobre música no cinform online. A banda tem o estilo pop-rock, porém, outras estéticas transitam livremente ao longo do trabalho. “Nas nossas músicas temos elementos de punk, de pop, de samba-rock, funk, reggae, xote”. As letras falam sobre relações entre as pessoas, sejam eles expressando individualismo, desejo, amor ou sexo. Por outro lado, algumas composições giram em torno de temas relacionados à cidade de Simão Dias como as músicas “Mário (Zé Preguiça)”, “Dade” e “Mingo Fuma”. Quanto a shows, a “Mundo Básico”, além de ter tocado em festas independentes, participou também de outros projetos como “Mundo Rock Interior” em 2006, no “Encontro da diversidade cultural – ENDIC” em 2007 em Simão Dias, no “Aniversário da Rua da Cultura” também em 2007 e participará do “Crioulu’s Music” que será realizado nesse final de semana no povoado Campo do Crioulo em Lagarto.
As influências musicais de Alysson, além das já citadas anteriormente são: “Raul Seixas”, “Arnaldo Antunes”, “Nação Zumbi”, “Eddie”, “Mundo Livre S/A”, “Caetano”, “Tom Zé”, “Gilberto Gil”. As circunstâncias em que ocorre o processo de criação das composições de Alysson é indeterminado. “O processo de composição pode passar por uma idéia que tenho na rua caminhando, como durante o ensaio. Em síntese: não tem lugar e nem hora para acontecer, surge!”. No que diz respeito à situação do artista sergipano, Alysson não enxerga uma realidade muito animadora. “Como integrante de uma banda do interior vejo as dificuldades em tocar por lá. Creio que as dificuldades existem em todos os lugares, mas o lance é tentar procurar o seu público através de outros meios. A Internet está aí para ajudar nessa empreitada. Se ficarmos apenas nos lamentando sobre a situação local do artista, não mudaremos”.
A “Mundo Básico” ainda não possui material gravado, mas espera em breve anunciar o lançamento da demo. Os caras estão se programando pra gravar a demo esse ano.

O leitor que tiver interesse em entrar em contato com Alysson: o celular é 99613600, o e-mail: alyssoncristian79@hotmail.com e o orkut é Alysson.Rocha. A comunidade da Mundo Básico no orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=8245961.

RAFAEL GOUVEIA


"Não adianta tentar me impedir/O que mais quero é sumir daqui/Mas não me importa quem vai ficar/O que eu quero é poder voar". Esse foi um dos trechos de sua composição que ele me enviou por e-mail para eu musicar.
Pra quem não o conhece, ele se chama Rafael Gouveia. Artista Sergipano que assume o comando no baixo. Rafael nasceu em Aracaju em 1982 no Conjunto Assis Chatobrean (Bugio), em setembro de 1982.A influência da música na vida de Rafael vem desde a sua infância. “Sempre ouvi meu pai tocar violão em casa, em igrejas e ouvi muita música principalmente seresta. Meu irmão mais velho que me apresentou a um som mais pesado, em especial, o Heavy Metal, que é o que eu curto realmente até hoje”. Rafael vem de uma família onde se encontram alguns artistas, como Raquel Leite e Vina Torto, entre outros que tocam algum instrumento, entre família.
As influências musicais de Rafael são: Manowar, Iced Earth, Running Wild, Grave Digger, música Celta, bandas como Twisted Sister, Scorpions, Bon Jovi, Europe, Mago de Oz, Journey e outros no estilo Hard rock, sem contar com as nacionais Velhas Virgens, Camisa de Vênus, Mamonas Assassinas, Matanza.
Desde 2000 Rafael anda pela estrada da música. Começou tocando Heavy metal passando por bandas como "Black Heart” tocando repertórios do metal e em especial Iron Maiden e Black Sabbath. A banda era composta por Tony no vocal, Eduardo X na guitarra, Isaac na guitarra e Maicon na bateria. Posteriormente Issac saiu dando lugar a Paulo Pé de pano. Além da “Black heart”, Rafael tocou na “Gotic Romence”, banda autoral, que tinha Daniel na guitarra, Igor na guitarra, Eribaldo no teclado, Maicon na bateria e Tiago Aranha no vocal e participou também da “Dark Clouds” que tocava metal, principalmente Gamma Ray e Iron Maiden. A “Dark Clouds” era composta por Marquinhos no vocal, Andreo na guitarra, Rick na guitarra. Na primeira formação a bateria foi assumida por Adriano, depois Kilbert e por último Danilo.
Como boa parte dos artistas inseridos no cenário musical local, Rafael precisou se expandir em outros territórios estéticos passando a tocar pop rock em 2006. Atualmente nosso artista faz parte da banda “Lullaby” que é composta por Unika (vocal), Môica (bateria), Andreo (guitarra), Kilmer (guitarra).De acordo com ele, Sergipe não dá condições para o artista crescer profissionalmente na música. “Se você quiser viver de música é melhor sair do Estado, aqui não tem condições(...)a não ser que seja como eu que toca por prazer. Se você for olhar, aqui o pessoal que é chamado de profissional tem um trabalho fixo pra se manter, a música é uma espécie de complemento mesmo para os grandes de Sergipe”.

quem tiver interesse em estabelecer contatos com Rafael, o seu e-mail é: rafafgouveia@hotmail.com; Orkut: Rafael Gouveia; cel: 99973766.