sábado, 26 de janeiro de 2008

MARCUS VINICIUS


Marcus nasceu em Aracaju em 1970. Seu nome artístico é Marcus Vinicius, mas tem assinado alguns trabalhos como Marcus DeMoraes. Atualmente nosso guitarrista tem gostado muito de trabalhar como freelancer e como músico de estúdio. “É o que tenho feito mais ultimamente, e com muito prazer”. Em sua família há um artista conhecido, o seu Joubert Moraes que é artista plástico e vários outros artistas desconhecidos, como seu avô que era poeta e sua mãe que canta. Quando criança Marcus gostava muito de um LP que um tio dele tocava à exaustão, o “Love Island”, de Eumir Deodato. Quando Marcus ia na casa de Joubert, gostava de ficar brincando com o violão dele. Mas o seu interesse veio mesmo quando assistiu a um show de “A Cor do Som” na Praça Fausto Cardoso entre 81/82. “Depois desse show resolvi que iria aprender a tocar guitarra. Meu aprendizado foi essencialmente autodidata, tive sorte de ter me interessado pelo rock ainda numa época (1986 a 1990) em que se exigia dos músicos muita técnica, o que fez-me evoluir como instrumentista, e isso foi o que permitiu a adaptação posterior a outros estilos”. O estilo musical de Marcus é Rock instrumental com influências de MPB e fusion (jazz-rock).
Em 2000 fez uma turnê pelo Estado de São Paulo com a banda “Sulanca” com cerca de 20 shows em um mês. A “Sulanca” de 1997 a 2001, além do próprio Jorge Ducci, passou por várias formações, tendo Marcus Vinícius, Hugo e Álvaro Alexandre nas guitarras; Gilson Batata, Moabe Hasém e Robson Souza no baixo; Rafael Jr, Júlio Fonseca, Pedro Mendonça, Tom Toy, Siborg, Chicão, Bal di Camafeu, Rony Medeiros e Anderson Batista na percussão. Marcus teve a honra de ter o baixo de uma música sua, “Mother”, gravado por Andy West, baixista da banda americana de fusion “Dixie Dregs”. “Ele gravou em seu estúdio, no Arizona se não me engano, e me mandou a parte de baixo para ser juntada e mixada aqui”. Marcus também participou de outros projetos como o da banda “Hemisférios” ( rock progressivo) que de 1990 a 1994 era composta por Zé Milton no baixo, Marcus Vinicius e Dunga, Fernando, Rômulo Filho e Alex Tavernard. Zé Milton atualmente toca baixo na “Warlord” e “Kannibal”. Na formação de 2004 a banda era integrada por Marcus Vinicius, Zé Milton e Alex. A banda “Hemisférios” teve participação de James Freitas nos teclados (ver biografia de James Freitas no blog), mas sua participação ocorreu apenas em alguns ensaios e não em apresentações de shows. Marcus integrou também a banda “Água Viva” (banda de baile) de 1995 a 2000. A banda era composta por Vertinho no violão, Gilberto Machado e Pithyu no baixo, Marisa Lott e Estevam nos teclados, Renato Lott, Carmem Alzira, Teacher's Boy, Wellington Barbosa no vocal; Carlinhos e Willian Lott na bateria. Sem contar que Marcus participa da banda de Rubens Lisboa (ver a biografia de Rubens Lisboa no blog), gravou no cd de Chris Emmel chamado “Afã”, além do cd “Som das Araras” de Mingo Santana e do cd “Bem VOL. 1” de Minho Sun Liver. Atuou também no cd “Mangaba madura”de Nino Karva.
As influências musicais de Marcus são: “Jimi Hendrix”, “A Cor do Som”, “Deep Purple”, “Black Sabbath”, “Van Halen”, “Eric Johnson”, “King´s X”, “Pat Metheny”, “Steve Morse”, “Mahavishnu Orchestra”, “Djavan”, “Gilberto Gil”, “Diogo Montalvão”, dentre outros. O processo de criação de Marcus, para ele, é bastante complicado. “Não consigo fazer o tipo de música que gosto de ouvir e gostaria de tocar. Isso me fez ser muito auto-crítico. Assim, o saldo de quase 20 anos dedicados à música ainda é pequeno, cerca de 15 composições apenas”. Os temas geralmente abordados em suas composições são de perfis extremamente pessoais como relacionamentos etc. É importante observar que Marcus só compôs três músicas com letras que são: “Bad Feeling, “Humbleman” e uma baladinha chamada “No more”. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Marcus encara uma situação ainda muito difícil. “Nosso mercado ainda é incipente, o que obriga muitos músicos a terem outra atividade financeiramente mais rentável ou que complemente a renda “musical”. Conheço excelentes músicos que são taxistas, arquitetos, engenheiros, advogados, publicitários e servidores públicos”.

O leitor pode encontrar o trabalho de Marcus DeMoraes no site: www.palcomp3.com.br/vinnas; também no myspace: www.myspace.com/marcusvinnas e no http://www.acidplanet.com/artist.asp?AID=290104&T=5690

Os contatos com Marcus são por celular: (079) . 9148-3470 ou o (079) 3231-1738;
por e-mail: Email/MSN – marcusvinas@hotmail.com
Por Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6581478216527486996

ASSIS ALMEIDA


Assis Almeida nasceu em Aracaju em agosto de 1980. Foi criado ao som de “Nelson Gonçalves”, “Altemar Dutra”, “Luiz Gonzaga”, dentre outros. Um dia sua mãe lhe deu o LP “BAD” do Michael Jackson e a partir daí Assis começou a se interessar por música internacional. Depois conheceu “U2” e ficou fã. Posteriormente conheceu o trabalho de “Legião Urbana” e “Beatles” e terminou por se apaixonar pelo rock. Assis se interessou em aprender a tocar violão com um amigo de infância. Um belo dia conheceu “Bruno Barros” (BOB) (ver a biografia de Bruno Barros no blog) e ele o motivou a compor músicas com ele. Daí então existe uma parceria entre os dois há 8 anos.
Assis entre 1999 e 2000 foi integrante da banda “Rwminat's”, uma banda de rock que tocava músicas de outras bandas como “Beatles”, “Rolling Stones”, “U2”, “Legião Urbana”, “Raul Seixas”, “Rita Lee”, “Mutantes”, etc. A “Rwminat's” era composta por Assis Almeida na guitarra base e no vocal, Binho na bateria, Daniel no teclado e Fábio Caldas no baixo e Matheus Batalha na guitarra solo. Assis participou também de trabalhos autênticos no “Sonnet”, uma banda de rock estilo britânico que durou de 2000 a 2002 e que era composta por Assis Almeida que fazia as composições, tocava baixo e fazia os vocais, Bruno Barros que também fazia as composições, tocava guitarra base e os vocais, Daniel no teclado, Matheus Batalha na guitarra solo e Ramon Ayres na bateria. A “Sonnet” tocou várias vezes no Muquifo e chegou a gravar a demo chamada “Accept the Truth”. Com exceção do tecladista, os ex-integrantes do Sonnet seguiram carreira acadêmica. Assis doutorando em física pela UFPE, BOB mestrando em design pela PUC do Rio, Matheus doutorando em psicologia pela UFBA e Ramon doutorando em psicologia pela USP. De 2003 à 2005 Assis tocou também na “Mala Mágica” com CH na bateria, Lúcio Poconé que fazia também as composições e tocava baixo, BOB nas composições, vocais e guitarra base e o próprio Assis que além de fazer as composições, atuava no vocal e na guitarra solo.
Em 2006, Assis junto com Léo Airplane e Bob, formam a “Daniel, O Invisível” que é composta por Assis Almeida que faz as composições, toca baixo, violão, guitarra solo e faz também os vocais, Bruno Barros, o BOB que além das composições, faz a guitarra base e os vocais e Léo Airplane que se responsabiliza pela produção, assume os teclados, efeitos eletrônicos e faz o backing vocal. Quem quiser saber um pouco sobre essa estratégia inovadora, recomendo que leia minha coluna sobre música no Cinform Online na qual expus uma matéria sobre a banda. A “Daniel, O Invisível” lançou dois trabalhos, um em 2007 chamado "Apresenta Sambas Para Um Amor Violeta Vol. 2" e o “Fazendo Kitsch em Ré Menor na Travessa do Último Riso” que foi lançado recentemente.
O estilo do trabalho de Assis é plural. As suas influências são: “The Beatles”, “Los Hermanos”, “U2”, “The Rolling Stones”, “Cake”, “Mutantes”, “Nelson Gonçalves” , “The Beach Boys”, “Jorge Bem Jor”, “Radiohead”, “Adoniram Barbosa”, “Capiba”, “Luiz Gonzaga”, “Numismata”, “Romulo Fróes”, “Mopho”, “Parafusa”, “Nervoso”, “Plástico Lunar”, “Snooze”e “A Banda Tropicalista do Duprat”. O processo de criação de Assis se dá de forma espontânea. “Simplesmente bate a vontade de criar e rola sem forçar a barra. Componho pouco, mas sempre de forma sincera. Geralmente esse desejo de compor surge quando eu estou depressivo”. No que diz respeito á situação do artista no cenário da música local, nosso artista reconhece que o mercado local ainda é muito pequeno. “Eu sinto que temos pouco espaço da mídia local para divulgar nosso material, de modo que seja acessível a muitas pessoas”. Assis tem como projetos futuros terminar seu doutorado em física em 2010, ser professor da UFS, montar um Stúdio em casa e fazer uma “Jam Section” todo final de semana com amigos.

O leitor que tiver interesse em conhecer o trabalho que Assis faz parte, é só acessar o site oficial de “Daniel, O Invisível”: www.danieloinvisivel.com. Lá o visitante tem acesso aos links para sites alternativos com conteúdo do Daniel. Também o leitor encontra o trabalho no myspace http://www.myspace.com/danieloinvisivel.
Quem quiser ler uma matéria sobre a banda na MP3 Magazine é só acessar o site http://www.mp3magazine.com.br/materia.jsp?idProjeto=158&idDisco=158.
A comunidade no Orkut é http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=27320891

Contatos diretamente com Assis é por e-mail: assisalmeida@hotmail.com

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

CLÁUDIO K@UEIY


Cláudio nasceu em Heliópolis na Bahia. Seu nome artístico é Cláudio k@ueiy. Quando tinha 2 anos foi seqüestrado por seu pai. A mãe de Cláudio se separou do seu pai quando ele tinha 1 ano e meio. Seu pai não aquentando a separação invadiu a casa e tomou Cláudio pra fazer chantagem com sua mãe pra ela voltar. Como ela demorou pra se decidir, seu pai fugiu pra Tobias Barreto com nosso artista e saiu tentando entregá-lo de porta em porta. Quando chegou na porta de uma mulher que na época já tinha mais ou menos uns 60 anos, pediu que ela ficasse com Cláudio justificando que ia comprar 1 quilo de carne. Desse dia em diante nunca mais voltou. Cláudio mora com essa mulher até hoje. Cláudio já fazia composições desde quando aprendeu a escrever. O seu primeiro contato com a musica foi aos 16 anos quando ganhou o primeiro violão dado por um professor de futebol com intuito de tirá-lo das drogas. Desde então nosso artista começou a aprender a tocar o instrumento. “No começo foi foda. Todo mundo dizia que eu ia endoidar e não ia aprender a tocar,mas até pra cagar eu levava o violão, ai foi quando finalmente aprendi e comecei uma historia de muita luta e muitas batalhas na vida pessoal e musical. Até hoje estou na luta”.
A primeira banda que Cláudio integrou se chamava "Anarquia" e tinha como formação Cláudio no baixo, Rodrigo no vocal,Lobão na guitarra e Pascoal na bateria. Outra banda foi a "Sem juízo" que era composta por Cláudio no vocal, Nerinho na bateria e Bob no baixo. Posteriormente participou da banda “Sem Futuro” mas que não foi duradoura. “ Lá eu aprendi a me comportar no palco e outras coisas”. A "Sem Futuro" tinha como formação Cláudio na guitarra, Lobão no baixo, Neris no vocal e Pascoal na bateria.
Cláudio no momento está com dois trabalhos, um com a banda “Dark Visions” e outro com um projeto chamado “14”com músicas alternativas compostas por ele. Quanto à “Dark Visions”, esta é formada por Cláudio no baixo e no vocal, Rodrigo na guitarra solo, Ivis na guitarra base e Diego na bateria. Já o projeto “14” é composto por Cláudio no violão e no vocal, Paulo Henrique no violão, Bob no baixo e Marquinhos no teclado. Não há bateria no projeto. A “Dark Visions” tem um cd chamado "Aprendendo com o tempo" lançado em 2004 e um cd que tem propótitos de sair depois do carnaval que vai ser chamado “Exibindo suas crias”. Quanto ao projeto “14, ainda não tem um cd gravado. Os caras estão fazendo os arranjos das musicas e compondo. Ainda não estão fazendo shows. Mas de acordo com Cláudio, a banda tem a pretensão de gravar o cd em março. Cláudio fez alguns shows com a “Dark Visions” como na Rua da Cultura, por exemplo, participou de Festivais na Bahia, além de ter algumas de suas músicas executadas em Fm´s como na Luanda 85,9, Rádio Clube de Itapicuro e na Ilha am.
As influências musicais de Cláudio vão de “AC/DC” , passando por “Zé Geraldo” e “Raimundo de Lina”. As circunstâncias que ocorrem o processo de criação independe do violão para serem realizadas. “A criação ocorre em casa mesmo, na paz, no silencio,com uma viola ou uma guitarra,ou sem instrumento nenhum”. Com relação aos temas abordados nas letras, Cláudio fala sobre discriminação, sobre guerras. “Falo das guerras por que é atual, como é passado e futuro e tem que ser abordada”. Já no projeto “14” fala sobre amor, religião, alto astral. “Eu falo do amor por que eu preciso e é preciso”. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Cláudio diz que a situação é caótica, chegando mesmo a despretigiar outros estilos musicais em detrimento de outros. “Aqui em Tobias Barreto é foda. Ou toca forró ou toca axé. Nem o pop aqui é bem aceito só pra você ter uma idéia”.

O leitor que tiver interesse em conhecer o trabalho de Cláudio é só acessar o site www.myspace.com/darkvisions; encontra-se tmabém o trabalho da banda no palcomp3: www.darkvisions.palcomp3.com.br
Para conhecer um pouco sobre a proposta da banda é só entrar na comunidade do Orkut: “Sou fã da Dark Visions”
A "Dark Visions também disponibiliza um vídeo no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=f60fsPgmDyY

Quem quiser entrar em contato com Cláudio por celular é: (079) 8124-2384; por e-mail: dv_darkclaudio@hotmail.com.