quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

IVAN REIS


Ivan Reis é Estanciano mas se considera nascido em Aracaju, pois nasceu na capital e viveu em Estância a vida toda. Ivan sempre gostou de cantar. Esse seu hábito vem desde a infância. As músicas dos filmes e desenhos que assistia na infância o fascinavam. No fim dos 80 e início dos 90, as rádios e programas de TV que tocavam músicas do rock nacional e da MPB, motivavam-no a cantá-las com sua mãe. Sua mãe sempre o incentivou a cantar. Ivan começou a se incentivar a fundo com a música quando aprendeu a tocar violão aos 12 anos por influência de amigos da escola que tocavam há mais tempo. Logo depois se interessou por guitarra e hoje se considera um cantor/compositor que toca guitarra. Na adolescência, participou de inúmeras bandas de rock, mas nenhuma delas vingou. Essas bandas geralmente eram compostas por João Antônio na guitarra, Rodrigo Lima que atualmente toca na "Uma Ruma" e na "Psicodélicos e Psicóticos" na bateria e Allan Villanova no teclado.
De acordo com Ivan, o rock continua muito latente em sua música até hoje. Já participou de nove festivais, nos quais já ganhou prêmio de aclamação popular com a música “A Voz de Deus" e "De Passagem”, levou o 2º lugar com a música “Lobo do Mar”, 3º lugar e Melhor Intérprete com a composição “Um Milhão de Passos” e foi finalista em quase todos eles, exceto pelo Prêmio Banese de Música Ismar Barreto, em 2006. Participou também do FEMUSIC em Maringá no Paraná em 2007, dividindo o palco com pessoas de todo o Brasil. O show mais importante foi o do MPB Petrobrás, que teve grande repercussão em Sergipe. Depois desse show fez uma entrevista no Jornal de Sergipe com direito a ter uma matéria especial para ele, entre outras entrevistas em outros canais televisivos. Atualmente tocam com Ivan Rafael Jr na bateria, Robson Souza no baixo, além de Plínio que assume o teclado e que acaba de integrar a banda. Ivan tem como planos gravar seu primeiro disco. Após isso, espera movimentar mais a agenda e fazer mais shows com banda, pois o formato no qual geralmente faz shows é mais voz e violão. Sem contar que pretende buscar fazer shows fora de Sergipe para ampliar seus horizontes.
Ivan Reis não tem um gênero específico para o seu trabalho. “Ouvindo minha música, você vai perceber traços explícitos de rock, funk, blues, música negra em geral, além de música brasileira”. As suas principais influências musicais são: “Djavan”, “Cássia Eller”, “Lulu Santos”, “Herbert Vianna”, “Lenine”, “João Bosco” como cantor/compositor, “Eric Clapton”, “Warren Haynes”, “Stevie Ray Vaughan”, “Slash”, “Jimi Hendrix”. As circunstâncias que ocorrem no seu processo de criação acontecem sob diversas formas. “Às vezes parte de uma idéia que surge do nada. Um trecho de letra, uma frase melódica, até de um groove apenas. Assim como ocorre de vez em quando de sentar e dizer: "Vou fazer uma música". Ultimamente eu tenho feito muito isso: não esperar por inspiração. Encarar a música de forma mais prática e racional”. Os temas que geralmente são abordados em suas letras procuram falar de temas incomuns na música, e quando não são assim tão incomuns, são com formas mais peculiares possíveis, preocupando-se sempre em não torná-las subjetivas demais, pois de acordo com nosso artista, perde a graça. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Ivan percebe uma melhora, mas admite que ainda há um público limitado com predisposições a recepcionarem os trabalhos locais “Hoje em dia, a galera tem uma postura legal em relação aos artistas daqui. Mas ainda é uma coisa muito seleta. É um público super simpático e interessado mesmo, só que pequeno. Ficar em Sergipe fazendo música é um sonho. A gente nunca consegue ser, por exemplo, a atração principal de um evento de proporção maior com grandes públicos. Há uma razão para que o 'grande público' se interesse sempre mais pelo que vem de fora. Quando eu descobrir eu conto pra todo mundo”.
O leitor que se interessou pelo trabalho de Ivan Reis terá que ter um pouco de paciência, pois por enquanto só fez shows ao vivo. “Já, já sai o disco e todo mundo vai poder comprar. Já estou pensando num site também que entrará no ar junto com o lançamento do CD”.
Quem tiver interesse em entrar em contato com Ivan reis por celular: (079) 9996-0619
Por e-mail: zitoreis@gmail.co

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

CARLOS CARDOSO


Carlos Francisco Pereira Cardoso nasceu em Santos / SP, em julho de 1974. Atualmente é engenheiro civil formado pela Universidade Federal de Sergipe – UFS, com especializações nas áreas de Engenharia de Custos e Gestão da Construção Civil. Trabalha na J. Nunes Construções em Aracaju na área de orçamentos, custos e planejamento de obras civis. Carlos desde pequeno gostou muito de música. Quando ainda criança nos primeiros anos da década de 80, seu primeiro contato com música foi aproveitando o eclético e bom gosto de seu pai através dos bons e velhos lp’s de bandas como “Moraes Moreira”, “Trio Elétrico Dodô e Osmar”, “Elton John”, “Beatles”, “ABBA”, “Queen”, “Deep Purple”, “Santana”, “Alice Cooper”, “Kiss”, entre outros. Aos 8 anos já ensaiava os primeiros toques em um velho violão. Nessa época passava horas a fio em frente ao televisor apreciando as imagens e sons de vídeos clipes musicais “imitando” os guitarristas com o velho violão empunhado em mãos. Na segunda metade dos anos oitenta já tomava aulas particulares de violão e guitarra e passou a ter efetivamente contato com a compra de lp’s e cd’s de suas bandas favoritas que a esta altura eram encabeçadas por “Metallica”, “Iron Maiden”, “Megadeth”, entre outras. Mas foi em 1988, em uma saída despretensiosa de casa a fim de trocar um LP numa loja especializada de Santos, que o jovem aspirante à guitarrista escutou pela primeira vez “Yngwie Malmsteen” através de um cd japonês que o dono da loja de discos mostrava orgulhosamente aos seus clientes como fruto de uma recente viagem à terra do sol nascente: “Quando pisei na loja, aquele som foi simplesmente maravilhoso e hipnótico, nunca mais senti algo parecido dentro do universo da música...”. A música em questão era “Black Star”, um instrumental que na época já era consagrada como uma das célebres composições do guitarrista Sueco. Desde então a guitarra fez efetivamente parte de sua vida. Depois de passar por pequenas bandas e algumas “aventurais musicais”, entra ao final dos anos 90 para “Tchandala”, um dos ícones do bom metal sergipano onde está desde então. A “Tchandala”que é composta por Dejair Bonjamim (ver a biografia de Dejair Bonjamim no blog) no vocal, Carlos Cardoso na guitarra, Sandro Souza toca no baixo, André Moreira na bateria e James Freitas no teclado (Ver a biografia de James Freitas no blog). Segundo nosso artista, a "Tchandala" “é uma banda que traz muita alegria pra gente e reconhecimento. É um grande prazer estar nela.”. Na “Tchandala” Carlos contribuiu com os últimos hits de sucesso, ajudando a imprimir um estilo intitulado por alguns como “Old Metal”, que seria uma alusão à forte influência dos músicos da banda em grandes sucessos do rock dos anos 80. Apesar da música ter de ser tratada como uma espécie de hobby em sua vida, nunca deixou de ser lavada à sério: “Apesar de não poder ficar 24 horas com a guitarra em mãos, sempre procuro me aperfeiçoar e manter contato diariamente com a música e com a guitarra, minha paixão incondicional. Tocarei até o fim de minha vida. Hoje sei que já tenho o melhor equipamento que o dinheiro pode comprar e mesmo assim continuarei buscando sempre melhorar mais e mais, além é claro, de continuar levando minha contribuição à grande Tchandala”. Quanto ao cenário sergipano diz: “Bem, tocar heavy metal no Brasil e ganhar a vida financeiramente com isso já é difícil. Em Sergipe isso se torna algo em torno do impossível, mas o prazer e a paixão pela música estão muito além dessa dificuldade. Prefiro não pensar na música como condição de sobrevivência, e sim de qualidade de vida.”.

Contatos para Carlos Cardoso são: celular (79) 9971 7625; e-mail: eng.carlos.francisco@gmail.com

AMOROSA


Amorosa é natural de Itabaiana, tem 40 anos e 23 anos de carreira. De acordo com ela, quando era criança odiava quando seus colegas a chamavam de Amorosa ao invés de Antônia que é seu primeiro nome. Mas, foi com Amorosa que ela se popularizou não só nas salas de aula, como no cenário musical. Nossa artista cresceu num meio onde se ouvia muita música. “Meu irmão mais velho, José Menezes, era o “DJ” da família. Na hora da Ave Maria, era MPB nos tímpanos, mesmo que não tivéssemos afim. Ouvíamos de livre e espontânea “pressão””. Devido a esse estímulo com a música, aos sete ou oito anos já ouvia música local, nacional e internacional. Amoroza iniciou como radialista aos 14 anos, na Rádio Princesa da Serra. Atuou como atriz do "Grupo Asa Branca", apresentando-se em eventos como o "Encontro Latino Americano de Folclore de Caruaru - PE". Ainda em Itabaiana, escreveu peças de teatro, novelas para rádio, crônicas, além de participar como colunista social do Jornal "O Serrano", foi vencedora do I Concurso de Poesia Falada de Itabaiana, idealizou o "Encontro Cultural em Itabaiana", realizando também um simpósio com o tema: “preservação da Reserva Florestal da Serra de Itabaiana”. Além de todos esses eventos, participou do Pixinguinha 1988 em Sregipe, obtendo 1º lugar em notas e Pixingão no Rio de Janeiro, na sala Funarte
Como o leitor deve ter obeservado, Amorosa viveu grandes conquistas em sua vida artística. Além das já citadas anteriormente, obteve sua vitória no festival “Canta Nordeste” promovido pela rede globo nordeste em 93 com a música “Coco da Capsulana” de João Alberto e Ismar Barreto, recebeu prêmio Aclamação Popular no festival de Música de Cascavel no Paraná com a música "Formigueiro" de Neu Fontes,como também o prêmio de melhor intérprete do Brasil na festa da Música Brasileira em 2001 no Rio de Janeiro, interpretando a música “Salada Tupiniquim” também de Ismar Barreto. Para quem não sabe, quando Amorosa veio para Aracaju cantar na taberna do tropeiro em 1985, no mesmo ano foi levada por turistas para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, além de ser levada por Chacrinha para o Rio ganhando lá o primeiro lugar em seu programa. Amorosa também teve a experiência de ir a Europa realizar 45 apresentações entre Alemanha e Áustria, além de ter cantado ao lado de importantes nomes da música brasileira como “Leila pinheiro”, “Alceu Valença”, “Antonio Carlos e jocafi”, e “Paulo Diniz”. Participou também de outros projetos como o Pixinguinha, Pixingão no Rio de Janeiro, se contar que atuou em várias capitais do nordeste. Criou o projeto “Temporada de arte Sergipana”, o Prêmio Banese de música”. Com essa trajetória, essa artista possui 10 coletâneas e trabalhos solos como o "Iluminada", "Brejeira", "Mulher Nordestina" e "Aldeia". O projeto “Um canto a Sergipe I” é a sua paixão atual. No primeiro cd, ela o lançou ao mercado com uma tiragem de 5000 cópias, mas segundo Amorosa, este trabalho terá seqüência de mais 4 CDS onde ela interpretará músicas de alguns dos novos compositores do mercado Sergipano. Além de cantora, compositora e intérprete, essa artista já escreveu livros como o "Vôo Rasante" e "Translúcida", sem contar o lançamento do Jornal "Notas Musicais", meio de informação responsável pela divulgação da música sergipana, foi também apresentadora de um programa musical pela TV Cidade chamado "Som da Cidade".
O estilo musical dessa cantora é plural. Ela canta forró, romântico, reggae, samba reggae, frevo e até mesmo o rock. “Sou musicalmente “multimídia”( como diz um fã), filha da música que passeia nas suas mais variadas tendências. Portanto, sou livre, como livre tem que ser todos os filhos dos sons”. Mas nossa querida artista tem suas grandes referências como “Elis Regina”, “Luiz Gonzaga”, “Alceu Valença” e “Chico Buarque”. O processo de criação de Amorosa ocorre nos momentos mais inadequados como quando ela está tomando banho, dirigindo numa estrada ou acordando. Os temas que geralmente são abordados em suas letras dizem respeito aos valores da terra, mensagens que transmitam ensinamentos produtivos. “Gosto de poesia, de canções que exijam um grande intérprete. Gosto da grandeza que vem de uma melodia a uma letra bem elaborada, com sabor de eternidade”. No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Amorosa diz que o que importa é agir na ativa. “A condição é não ser preguiçoso e correr atrás todos os dias porque ninguém vai bater sua porta para lhe dizer que você é um grande artista, mesmo que você seja”. Ao mesmo tempo Amorosa tenta abrir os olhos dos artistas. “O artista tem que aprender a cobrar das autoridades aquilo que tem direito porque existe uma fatia do erário público voltado para a nossa área; mas, como todos querem ser “estrelas” antes mesmo de brilhar, certamente não precisam comer, investir em instrumentos, ensaios, produção, gravação e equipe”.

O leitor que tiver interesse em conhecer a produção de Amorosa, é bom ficar ligado, uma vez que nossa artista lança tiragens sempre limitadas. Mas é bom observar que brevemente será lançado o site de Amorosa e ai haverá disponibilidades para conhecermos toda a sua obra.
Quem quiser entrar em contato com Amorosa e fazer contatos para shows é só ligar para os números (079) 9971-3875; 9982-3233 e 8119-1461
Seu e-mail: amorosa@infonet.com.br
Orkut: Amoroza Sergipana