sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

NEU FONTES


Irineu Fontes nasceu em Aracaju-SERGIPE em abril de 1960. Ao longo da sua vida estudou em diversos colégios. Neu começou muito cedo com a música ao ouvir seus pais e a sua vó América. Na escola Sagrado Coração de Jesus cantava no coral aos 8 anos. Quando tinha 10 anos de idade foi pro conservatório onde teve o Prof. João Argolo como professor. No Salesiano participou dos primeiros festivais de musica. Mas só se decidiu pela musica em 1980. De lá pra cá sobrevive com ela.
Neu Fontes exerceu muitas funções e cargos ao longo de seu trajeto profissional. Em 1980 foi diretor de Comunicação na COOPERMUSICA; entre 1980/ 1982 foi gerente das Empresas da Família de Representação comercial; no ano de 1983 foi Iluminotécnico e Sonoplasta da Fundação Estadual de Cultura no Teatro Atheneu; em 1984 foi Diretor Artístico e Produtor doCirco Amoras E Amores; já em 1991/1992 trabalhou na Fundação Estadual de Cultura- FUNDESC; coordenador do Festival Novo Canto; Coordenador Geral do Encontro Cultural de Estância, além de criador e Coordenador do Festival Nosso Canto de Musica Junina e do Projeto Gonzagão Forró e Arte. Em 1992 foi Criador e Coordenador artístico do Ponta De Mar – Aracaju Festival; Coordenador do Canta Nordeste na fase regional Sergipe na Rede Globo Nordeste. Em 1995 à 1999 foi diretor do Complexo Cultural Gonzagão; nesse mesmo ano na Secretaria de Estado da Cultura exerceu o cargo de Coordenador dos Festejos Juninos do Estado, como também de Assessor de Eventos e edições fonográficas e Coordenador do Festival Novo Canto. Foi Diretor do Teatro Atheneu, Assessor de Edições Fonográficas na Secretaria de Estado da educação do desporto e Lazer e fundador e proprietário do Estúdio Capitania do Som. Em 2000 foi coordenador Geral do Carnajú e do Forrócaju e diretor técnico da Fundação Cidade de Aracaju- Funcaju. Em 2001 e 2002 foi coordenador de projetos em Sergipe é o país do Forró e do Forró do turista; assumiu o comando do Novo Canto; criador e coordenador do FAMP (Festival aberto de Música Popular); além de ter sido assessor de eventos na Secretaria do Estado da cultura e turismo-SECTUR. Em 2003 foi diretor do Teatro Tobias Barreto, coordenador de produção do Sescanção e coordenador do Festival dos Correios. No ano de 2004 foi coordenador e diretor musical do Sescanção, novamente coordenador do Festival dos Correios, criador e apresentador do programa Nossa Música na Liberdade FM. Em 2005 foi coordenador e diretor musical do Sescanção, apresentador do programa Nossa Música. Em 2006 novamente assumiu o cargo de coordenador e diretor musical do Sescanção, apresentador do programa Nossa Música, criador e coordenador do projeto Faser da arte.
Neu obteve inúmeras conquistas em festivais como o primeiro e o segundo lugar no IV Festival do Colégio Salesiano em 1978, o segundo lugar em 79 no Festival do Salesiano no Ceará, quinto lugar no 1 FSMPB na Globo Local em 81. no ano de 1982 levou o sexto lugar no II FSMPB na Globo local, quinto lugar no I Festival Aberto de Música Popular em 85, foi finalista do Festival FESTLIVRE em 1988, no mesmo ano recebeu a medalha de honra ao m´rito da Petrobrás pelo seu trabalho musical e em 1992 foi finalista do I Canta Nordeste da Rede Globo. Continuando sua história de conquistas, em 93 foi finalista do FEMUC e recebeu o prêmio de melhor cantor do Carnaval em Aracaju, em 1994 conquistou o quarto lugar e o melhor arranjo no I Festival de música Presidente Prudente em SP, sexto lugar no III Canta Nordeste na fase regional. No ano de 95 ganhou o primeiro lugar da fase regional e o sexto lugar na fase final do IV Canta Nordeste, recebeu o prêmio Antena de Ouro como destaque do ano pela pesquisa musical denominada Bacamartada no Rio de Janeiro, além do Prêmio Destaque Cultural concedido pela Fundação Musical de Cultura em Aracaju. Em 1996 foi finalista do FEMUSIC em Maringá no Paraná, ganhou o quarto lugar no II Festival de música Presidente Prudente e foi novamente finalista da fase regional do Festival Canta Nordeste; já no ano de 1998 ganhou o Prêmio Albert da Cultura como compositor do ano e a comenda do governo de Sergipe pela contribuição à cultura sergipana na área da música e o Prêmio Capital de Música pelo espetáculo “Ópera do milho”. Em 2003 recebeu a placa de homenagem do colégio Maria Montessori e em 2005 o certificado do CAM, tendo participado também em 2006 do Prêmio Banese de Música Ismar Barreto.
A discografia de Neu Fontes é vastíssima. Em 1981 sua música “Vôo livre” é elencada no LP do FSMPB, em 1985 lança o “Cajueiro dos papagaios”, em 1987 o “Chinfra de Cinderela” pela FAMA SOM, em 88 lança uma coletânea “Canta Aracaju”. As coletâneas ainda seguem no ano de 89 com “Sabor Lambada” pela Singem e “Massa Baiana” pela Esfinge, além de lançar o trabalho solo no LP “ Rara Beleza” pela Somarj/Polygram. No ano de 1990 participou de mais três coletâneas que foram “ Sabor Lambada II” pela RGE, a “Estação Sedução” e o “Verão na Ilha” pela Nova Ipanema. Em 1991 lançou o “Trilha da lua” pela Casa da música/RCA e em 95 participou da coletânea “Aracaju canta Aracaju”.
Quanto às direções musicais e fonográficas, Neu atuou nos Lp´s “Cajueiro dos papagaios” e “Aracaju pra cantar”. Em 1992 no “Novo Canto 91”, um ano mais tarde no “Sergipe Festivais” da Rede Globo, nos Hinos dos Clubes Sergipanos pelo Governo do Estado, em 1994 no Lp de Adelson Alves e no de Lourival Mendes, em 95 no “Aracaju canta Aracaju”, “Forró e arte” e no “Bando de mulheres”, no ano de 96 no disco Marianos do Bando de Mulheres, “Viagem Cigana”, “Grupo Cataluzes”, no Lp dos Índios Xokós, “Forrozão da rua Siriri” e “Forró e arte”. Em 1997 no “Reisado de Dona Lalinha”, “Avoz e o poema”, Ópera do milho”, “ Novo Canto 97”, “Forró e arte II” e “Cantadores e Violeiros”; em 98 no “Bando de mulheres”, “Iláriô”, “Poemas Tobias Barreto”, “Antologia Santos Sousa” e “Taieira Dona Lourdes”. Em 2000 no “Forró de Pacatuba” e no “Los Graranis”; em 2003 “Reisado do marimbondo” e “Matamba-Raízes das minhas águas”, 2004 o Lp “Impressões Urbanas” de Cláudio Barreto, “Sescanção 2004” e “Prêmio Banese de música”; no ano de 2005 o “Carta Marcada do Tarô”, “Canto da Nossa gente- Folclore de São Cristóvão-Se” e “Sescanção 2005”; já em 2006 produziu o disco “Sescanção 2006” e o “Cd Retratos de Aracaju” de Hugo Costa, “ Cada Vez melhor” de Luiz Paulo e em 2007 o cd “Cantigas de nossa gente- Grupos Folclóricos” e o “Tributo ao rei Luíz” de Rodriguinho.
Suas influencias musicais são Vilas lobos, Ivan Lins, Bob dylan, Alcides Melo, Nery, Valdefrê e João Melo. No que diz respeito á condição do artista no cenário local, Neu encara uma forte criatividade entre os artistas, porém, o universo musical é carente de profissionalismo e de valorização a arte local. “Não falta talento nem criatividade, o que falta na minha opinião é inteligência, organização e aprender a nos conhecer e assim saber se respeitar e respeitar o trabalho de todos. Precisamos urgentemente nos profissionalizar, encarar a carreira artistica e deixar de viajar tanto na maionese”.


Contatos com Neu Fontes: (79) 3221-2116 – 9972-5383